| Processo: | 16/22674-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Luciana Venturini Rossoni |
| Beneficiário: | Thais Guedes Felisbino |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Hipertensão Reatividade cardiovascular Aorta Aleitamento materno |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amamentação cruzada | aorta | hipertensão arterial | Reatividade vascular | tecido adiposo perivascular | Fisiologia Vascular |
Resumo A hipertensão arterial (HA) é considerada um grande problema de saúde pública por possuir alta prevalência, baixas taxas de controle e por ser um importante fator de risco para outras doenças cardiovasculares. Esta tem como característica a elevação das cifras de pressão arterial (PA), sistólica e/ou diastólica, além da presença de alterações metabólicas associadas a alterações funcionais e/ou estruturais de órgãos vitais como: o coração, o encéfalo, os rins e os vasos sanguíneos. Alterações na função e estrutura vascular são observadas em pacientes e modelos de HA. Dentre as alterações da função vascular observa-se a disfunção endotelial, a qual compromete a capacidade de regulação do tônus vascular por meio da liberação de substâncias vasodilatadoras e vasoconstritoras derivadas do endotélio. Mais recentemente, também tem sido dada importância ao papel do tecido adiposo perivascular (PVAT) no controle do tônus vascular. Foi demonstrado que, em condições fisiológicas, o PVAT possui função anticontrátil por meio da liberação de fatores de relaxamento dependentes e independentes de endotélio. Porém, animais hipertensos apresentam uma redução e/ ou perda da função anticontrátil do PVAT. A descoberta de fatores de risco para HA tem se tornado uma estratégia para diminuir a incidência dessa doença na população. Sabe-se que fatores genéticos, o tabagismo, a inatividade física e maus hábitos alimentares podem predispor ao desenvolvimento da HA. Novas pesquisas estão avaliando o leite materno e a microbiota como fatores de risco para a HA. Um dos métodos que pode ser usado para essa análise é a amamentação cruzada (cross-fostering), ou seja, pela troca de ninhadas entre o modelo hipertenso e normotenso. Alguns estudos descrevem que amamentação cruzada reduz a severidade ou retarda o desenvolvimento da HA em SHR, e, sugerem a modulação do sistema renina-angiotensina e das espécies reativas de oxigênio como possíveis alvos, principalmente em nível renal.É interessante relatar que a prole de ratas obesas apresenta elevação dos valores de PA e perda do efeito anticontrátil do PVAT quando comprada aos animais controle. Esse prejuízo na função anticontrátil do PVAT estava associado a uma diminuição na biodisponibilidade de NO e a liberação de um fator contrátil derivado do PVAT não identificado. Além do mais, ratas SHR que receberam dieta com alto teor de sal durante a gestação e lactação tornaram a prole predisposta ao surgimento de distúrbios cardiovasculares. Dentro desse contexto, o presente projeto avaliará se há influência materno-filial nas primeiras semanas de vida sobre a capacidade anticontrátil e a estrutura do PVAT em animais SHR e normotensos (Wistar) que passaram por amamentação cruzada. | |
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