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Desenvolvimento de polimerossomos porosos com canais de anfotericina B para encapsulação de L-asparaginase

Processo: 17/05272-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2017
Vigência (Término): 31 de maio de 2018
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Tecnologia Química
Pesquisador responsável:Carlota de Oliveira Rangel Yagui
Beneficiário:Cecilia Zorzi Bueno
Supervisor no Exterior: Giuseppe Battaglia
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University College London (UCL), Inglaterra  
Vinculado à bolsa:16/16221-4 - Desenvolvimento de polimerossomos permeáveis à L-asparagina para encapsulação de L-asparaginase, BP.PD
Assunto(s):Anfotericina B   Nanotecnologia

Resumo

A presente proposta está inserida no contexto do projeto Fapesp 2016/16221-4, para o qual foi planejado um estágio de pesquisa na University College London (UCL) sob supervisão do Prof. Giuseppe Battaglia. O foco deste projeto é o desenvolvimento de novos nanocarreadores contendo a enzima L-asparaginase (ASNase). Esta enzima é utilizada para tratar a leucemia linfoide aguda e o linfoma não-Hodking, uma vez que ela catalisa a hidrólise da L-asparagina (Asn), um aminoácido essencial para as células tumorais. Contudo, a ASNase é associada a vários efeitos colaterais e pode ser inativada por anticorpos do sangue. A melhora da estabilidade, biodisponibilidade e biocompatibilidade da ASNase pode ser conseguida por meio da sua encapsulação em nanovesículas poliméricas, ou polimerossomos. Especificamente, este projeto de pesquisa tem como objetivo o desenvolvimento de polimerossomos porosos, os quais serão permeáveis à Asn mantendo a enzima aprisionada e protegida contra anticorpos e proteases. Para a criação de poros nas membranas nos polimerossomos, será incorporado o agente antifúngico anfotericina B (AmB), conhecido por formar canais permeáveis a íons e pequenas moléculas em membranas celulares, principalmente na presença de ergosterol. Diferentes formulações contendo o copolímero PMPC-PDPA (poli(2-metacriloiloxietil fosforilcolina)-b-poli(2-diisopropilamino etil metacrilato), AmB e ergosterol em diferentes proporções serão testadas. Os polimerossomos obtidos serão caracterizados quanto ao tamanho, morfologia, eficiência de encapsulação e taxa de depleção da Asn. É importante destacar que o projeto original submetido à Fapesp sofreu pequenas modificações, de maneira a aumentar as chances de obtenção de polimerossomos porosos. A saber, o uso dos fosfolipídeos (POPC e DPPC) foi substituído pelo uso de AmB e ergosterol. Por fim, gostaríamos de adicionar que a colaboração do Prof. Battaglia, um dos principais pesquisadores na área de polimerossomos, será essencial para o sucesso do projeto e para o desenvolvimento deste campo de pesquisa no Brasil. (AU)

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