| Processo: | 17/09648-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 15 de março de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Milene Cristina Menezes dos Santos |
| Beneficiário: | Jessica de Alcantara Ferreira |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07467-1 - CeTICS - Centro de Toxinas, Imuno-Resposta e Sinalização Celular, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Proteômica Metaloproteinases Venenos de serpentes Bothrops jararaca Proteínas recombinantes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cloangem | Expressão de proteína recombinante em sistema livre de célula | Metaloproteinase de venenos de serpentes | Proteômica |
Resumo Proteinases estão entre os componentes majoritários do proteoma dos venenos de serpentes viperídeas. Neste contexto, as metaloproteinases de veneno de serpentes (SVMPs em inglês) estão entre os componentes abundantes e são responsáveis por diversos efeitos patológicos no envenenamento. As SVMPs contêm domínios regulatórios adicionais ao domínio catalítico, envolvidos em seus mecanismos de interação com a matriz extracelular e com integrinas. O fator hemorrágico 3 (HF3), é uma metaloproteinase altamente hemorrágica, isolada do veneno da serpente Bothrops jararaca, composta pelos domínios catalítico, tipo-disintegrina (D) e rico em cisteínas (C), e apresenta 5 sítios putativos de N-glicosilação (3 sítios no domínio catalítico e 2 no domínio rico em cisteínas). Trabalhos anteriores sobre o papel desses domínios na atividade biológica do HF3 revelaram que proteínas recombinantes contendo o domínio rico em cisteínas, obtidas em E. coli e em fusão com a GST (Gluthationa S-transferase) (GST-DC e GST-C), foram capazes de inibir a agregação plaquetária induzida pelo colágeno e de induzir resposta pró-inflamatória em camundongos, e essas atividades foram inibidas por anticorpos integrinas (anti-±M e anti-²2), sugerindo um papel para o domínio rico em cisteínas em promover efeitos pró-inflamatórios do HF3 mediados pela integrina ±M/²2. A análise da interação do HF3 com proteínas da matriz extracelular e do plasma humano revelou que o HF3 interage os colágenos dos tipos I e VI, fibrinogênio, fibronectina e laminina, proteínas estas que são importantes para a manutenção da integridade dos vasos capilares e da hemostasia. Neste projeto pretendemos obter a proteína recombinante DC/HF3 na forma selvagem, e contendo mutações sítio-dirigidas na região hiper variável do domínio rico em cisteínas (resíduos básicos K568A, K569A e K575A; e resíduos ácidos D573A, E579A, D580A, e D582A) utilizando um sistema de expressão livre de célula derivado de E. coli, a fim de identificar resíduos de aminoácidos importantes para sua interação com substratos do HF3, utilizando ensaios de ligação em fase sólida e avaliando a capacidade da proteína DC selvagem e mutante em inibir a agregação plaquetária induzida pelo colágeno. Os resultados deste estudo deverão avançar o conhecimento sobre a interação de metaloproteinases com seus alvos moleculares. (AU) | |
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