| Processo: | 17/24025-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia |
| Pesquisador responsável: | Leonardo Resstel Barbosa Moraes |
| Beneficiário: | Jessica Rosa |
| Supervisor: | Maurizio Popoli |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Università degli Studi di Milano, Itália |
| Vinculado à bolsa: | 15/11800-3 - O papel do estresse agudo e dos receptores mineralocorticoides e glicocorticoides presentes no córtex pré-frontal no processo de extinção de memória aversiva., BP.DR |
| Assunto(s): | Transtornos de estresse traumático agudo Neurofarmacologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | estresse agudo | Extinção de memória aversiva | receptores glicocorticóides | Receptores Mineralocorticóides | Neurofarmacologia |
Resumo Tem sido proposto que a exposição ao estresse pode resultar em déficit no processo de extinção de memórias aversivas, bem como aumento da liberação de glutamato no córtex pré-frontal (CPF). O CPF é um importante sítio envolvido em respostas cardiovasculares, neuroendócrinas e comportamentais, e onde existe uma alta expressão de receptores glicocorticoides (RGs) e mineralocorticoides (RMs). Em nossos resultados prévios, demonstramos que uma única e breve exposição a um agente estressor ocasiona déficit na extinção da memória do medo condicionado contextual. E tal efeito observado, depende da participação de RGs na região ventromedial do CPF (vmCPF), que podem estar influenciando a transmissão glutamatérgica e a plasticidade neural. No entanto, mais estudos se fazem necessários para compreender o processo de extinção da memória aversiva sob condições de estresse. Agora, nosso objetivo é avaliar os efeitos a longo prazo do estresse agudo no processo de extinção da memória aversiva, mais especificamente, os mecanismos morfológicos e moleculares, envolvendo os receptores de RGs e MRs no vmCPF neste processo cognitivo. Nossa hipótese é que o estresse agudo promova déficit na memória de extinção do medo condicionado contextual através de alterações na expressão dos RGs e RMs no vmPFC, resultando em alterações na transmissão glutamatérgica, bem como alterações morfológicas nesta estrutura encefálica. | |
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