| Processo: | 20/02109-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Luiz Roberto Giorgetti de Britto |
| Beneficiário: | Ana Flávia Fernandes Ferreira |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/14846-8 - Nocaute do TRPM2 e seus impactos em um modelo animal da doença de Parkinson, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Neurofisiologia Degeneração neural Microglia Doença de Parkinson Hidroxidopaminas Canais de receptores transientes de potencial Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doença d Parkinson | microglia | Trpm2 | Neurofisiologia |
Resumo A Doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa mais comum em pessoas idosas, trazendo um grande impacto socioeconômico devido o crescente cenário de envelhecimento populacional. É caracterizada, principalmente, pela morte dos neurônios dopaminérgicos da substância negra pars compacta, e consequente perda de dopamina no estriado, podendo a morte celular ser posterior a um quadro inflamatório com a presença da ativação microglial. O canal Receptor de Potencial Transiente de Melastatina 2 (TRPM2) é um canal de cálcio ativado por estresse oxidativo, sendo alvo de estudos que buscam mecanismos por trás da morte celular. Entretanto pouco se sabe sobre a participação do TRPM2 na DP. Assim, apesar de diversos estudos já publicados, sua etiologia não está totalmente elucidada, necessitando de pesquisas que busquem preencher estas lacunas e descrever de possíveis alvos de atuação farmacológica. Assim, o objetivo desse trabalho é avaliar a contribuição do TRPM2 na neurodegeneração e ativação microglial em modelo animal da DP. Para isso serão utilizados camundongos selvagens e nocautes para TRPM2, homo e heterozigotos, os quais serão submetidos a cirurgia estereotáxica para administração de 6-hidroxidopamina (6-OHDA). Será feito o teste do cilindro e rotação induzida por apomorfina para validação do modelo. Sete e vinte um dias após a cirurgia, os animais serão eutanasiados para coleta de seus encéfalos e realização das técnicas de mensuração de H2O2, imuno-histoquímica, immunoblotting e PCR, para avaliação dos neurônios dopaminérgicos, do TRPM2, da via de sobrevivência celular Akt/GSK-3²/Caspase-3 e da microglia (ex: Iba-1, iNOS eTMEM119). (AU) | |
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