| Processo: | 22/12269-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 20 de fevereiro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 15 de maio de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Tecnologia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Carmen Sílvia Fávaro Trindade |
| Beneficiário: | Carmen Sílvia Fávaro Trindade |
| Pesquisador Anfitrião: | José Manuel Lorenzo Rodriguez |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Centro Tecnolóxico da Carne (CTC), Espanha |
| Assunto(s): | Biossorção Leveduras Microencapsulação Carnes e derivados Resíduos Colecalciferol |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biossorção | Fortificação | Leveduras | Microencapsulação | produtos carneos | resíduos | microencapsulação |
Resumo A deficiência de vitamina D (VitD) é um problema de saúde pública que afeta milhões de pessoas no mundo todo. Mesmo em países ensolarados, como Brasil e Espanha, a deficiência dessa vitamina é altamente prevalente. Além da exposição à luz solar, que muitas vezes se evita em razão da preocupação com o câncer de pele, existem pouquíssimas fontes alimentares de VitD para suprir a necessidade diária recomendada (400-800 UI por dia). Portanto, para atender às exigências diárias de VitD, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a fortificação alimentar como a estratégia mais eficiente e segura para reduzir a prevalência de deficiência dessa vitamina. No entanto, a adição do VitD em produtos alimentícios não é uma tarefa simples para os processadores de alimentos. Na verdade, há muitos desafios envolvidos na fortificação de alimentos com VitD, como sua baixa solubilidade em água e a alta instabilidade química, que podem resultar na falta de homogeneidade na matriz alimentar, na degradação da vitamina durante o processamento e/ou armazenamento dos alimentos, e interações com outros componentes da matriz alimentícia -resultando em mudanças sensoriais-, afetando assim a aceitabilidade e comercialização desses alimentos. Algumas tecnologias de microencapsulação já se mostraram eficientes para superar esses problemas, facilitando a incorporação e reduzindo a perda de substâncias bioativas durante o processo e armazenamento de alimentos, todavia muitas vezes são técnicas caras e complexas e onde a funcionalidade das partículas não foram analisadas. Assim, os objetivos deste projeto são encapsular o VitD pelo processo de impregnação a vácuo usando a levedura residual de cervejaria (LRC) como veículo e avaliar a funcionalidade dessas partículas aplicando-as em um sistema alimentício modelo, constituído por um produto cárneo popular e que passa pelos processos de emulsão e cozimento durante sua produção. Assim, espera-se obter um veículo de baixo custo, nutritivo, que contribua para rotulagem clean label, que se disperse no produto cárneo sem alterar negativamente suas características sensoriais e confira estabilidade à VitD durante o processamento e armazenagem do produto, além da obtenção de um alimento mais nutritivo, com potencial para minimizar a prevalência de deficiência em VitD. Para além do aspecto científico inerente a este projeto, com a realização deste estágio espera-se vivenciar oportunidades para se estabelecer novas parcerias para projetos futuros e intercâmbio de estudantes, por exemplo. (AU) | |
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