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Ensino do comportamento de subtrair em jovens com deficiência mental baseado no paradigma de equivalência de estímulos

Processo: 03/05699-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2003
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2005
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Educação - Tópicos Específicos de Educação
Pesquisador responsável:Antonio Celso de Noronha Goyos
Beneficiário:Aline Gimenes Folsta
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Equivalência de estímulos   Deficiência mental

Resumo

Atualmente, o domínio de alguns conceitos matemáticos tornou-se indispensável. Utilizamos cálculos e números o tempo todo, ao comprar coisas, pagar taxas ou manusear dinheiro. Habilidades aritméticas básicas são pré-requisitos de tarefas acadêmicas e atividades não acadêmicas que uma pessoa deve aprender para atuar de forma autônoma. Considerando o trabalho como forma de inclusão dos indivíduos com deficiência mental na sociedade, é importante que essas pessoas dominem operações aritméticas básicas, que são comumente exigidas. A Análise Experimental do Comportamento tem desenvolvido procedimentos eficazes para o ensino de habilidades matemáticas para pessoas normais e com deficiência mental, especialmente na área de equivalência de estímulos. O presente estudo analisará o processo de aprendizagem do comportamento matemático de subtrair, em jovens com deficiência mental, por meio de procedimentos baseados no paradigma de equivalência de estímulos. O desempenho de cinco estudantes de uma escola especial, com idade entre 11 e 21 anos, será analisado utilizando-se um programa computacional para o ensino da operação aritmética de subtrair, com a utilização de discriminações condicionais em um contexto de escolha de acordo com o modelo (MT53) e com resposta construída (CRMTS). (AU)