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Estudo Fitoquímico de Laportea Aestuans (Urticaceae) Buscando Inibidores da Catepsina K

Processo: 10/02236-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2010
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Paulo Cézar Vieira
Beneficiário:Caio Yu dos Santos
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Catepsina K   Fitoquímica   Produtos naturais

Resumo

A espécie, Laportea aestuans, estudada é conhecida no Brasil popularmente como urtiga vermelha, é uma erva anual encontrada no sul dos Estados Unidos, na maior parte das Américas Central e America do Sul além de ser encontrada também na Ásia e África. A família Urticaceae possui cerca de 45 gêneros e 1000 espécies no mundo. O gênero Laportea é composto por cerca de 22 espécies, sendo todas muito pouco estudadas quimicamente. Este vegetal possui atividades antiinflamatórias e também antireumáticas de acordo com a medicina popular. As cisteíno peptidases são enzimas com atividade proteolítica, encontradas em diversos tecidos animais, sendo classificadas de acordo com os resíduos catalíticos envolvidos no mecanismo de clivagem da ligação peptídica no sítio ativo.Um exemplo desse grupo de enzimas é a catepsina K, a qual está intimamente relacionada com a reabsorção óssea, a sua inibição auxilia no tratamento de doenças como artrite. As cisteíno peptidases são inibidas por agentes oxidantes, alquilantes, e complexantes do grupo tiol, além dos inibidores peptídicos e protéicos. A maioria dos inibidores descritos interage com as cisteíno peptidases através de resíduos de aminoácidos em subsitios específicos que facilitam a ação dos grupos funcionais reativos com o grupo tiol do centro ativo. Assim, o objetivo deste estudo é isolar e identificar as substâncias presentes nesta espécie pricipalmente aquelas com características inibitórias da catepsina K a partir do extrato das folhas, caule e raíz de Laportea aestuans. Para a realização do trabalho as partes da planta serão secas em estufa, moídas e maceradas em etanol separadamente. Os extratos brutos obtidos no fim da maceração serão submetidos a um ensaio de inibição enzimática, e de acordo com os resultados obtidos, o extrato bruto com maior atividade enzimática será submetido a uma partição líquido-líquido com os solventes: hexano, acetato de etila e diclorometano. A fim de realizar o fracionamento e isolamento de metabólitos secundários será utilizado técnicas cromatográficas tradicionais como a cromatografia líquida em coluna aberta. O extrato bruto, partições e frações são ensaiados frente a catepsina K utilizando fluriometro GEMINI-XS, com placa de ELISA preta de 96 poços e com volume final de 200 µL.

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