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Ontogenese do controle instrucional ii: a formacao de classes na origem do seguimento de instrucoes com pseudo-palavras.

Processo: 04/13001-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2005
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Deisy das Graças de Souza
Beneficiário:Lidia Maria Marson Postalli
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/09928-4 - Relações emergentes entre estímulos e função simbólica: implicações para o comportamento, o conhecimento e o ensino, AP.PRNX.TEM
Assunto(s):Crianças   Condicionamento (psicologia)   Equivalência de estímulos

Resumo

Uma das questões de interesse no campo do comportamento humano é como as pessoas aprendem a atender a comandos verbais. O paradigma de equivalência de estímulos, como modelo do comportamento simbólico, pode contribuir para esclarecer como instruções especificam contingências: as palavras em uma instrução seriam membros de classes de equivalência que incluem os estímulos que são referentes para as palavras (objetos, ações, relações, etc.). O objetivo desse projeto é investigar a formação de classes de estímulos envolvendo pseudo-palavras como nomes de ações e objetos e verificar se as palavras equivalentes adquirem controle instrucional sobre o comportamento não verbal. Serão conduzidos dois experimentos com crianças de 3 a 4 anos. No primeiro os estímulos serão nomes fictícios na forma de verbos no infinitivo (Conjunto A), gestos estereotipados, para os quais não se espera nomeações consistentes na comunidade verbal dos participantes (Conjunto B) e figuras abstratas (Conjunto C). No segundo experimento, os estímulos serão: (A) combinações de pseudo-frases (verbo-objeto); (B) gestos estereotipados direcionados aos objetos e (C) figuras abstratas. Nos dois experimentos era empregado um procedimento padrão para ensino de discriminações condicionais (relações AB e AC) e para verificar a formação de classes; se emergirem as classes,será conduzido um teste para verificar se tal emergência sustenta o seguimento de instruções como os estímulos. (AU)