Resumo
A bioluminescência de fungos é muito pouca entendida e estudada, apesar de ter sido percebida desde o tempo de Aristóteles. Não se sabe ao certo qual o mecanismo de emissão, nem quais são os substratos e enzimas envolvidos. Da mesma forma, nada se conhece sobre a função biológica da bioluminescência em fungos. De forma similar à bioluminescência de vaga-lumes, cujo estudo possibilitou o desenvolvimento de diversas ferramentas analíticas para os mais distintos propósitos, desde testes rápidos para monitoração de contaminação microbiana de alimentos até o uso do gene luc como repórter em Biologia molecular, o estudo da bioquímica de fungos bioluminescentes pode gerar novos conhecimentos acadêmicos e aplicados, inclusive fornecer informações sobre o significado biológico e ecológico da emissão. Deve-se ainda ressaltar que alguns extratos de cogumelos luminosos, como de Armillariella tabescens, apresentam atividade farmacológica contra colicistite e hepatite crônica e, portanto, a pesquisa de cogumelos bioluminescentes tem grande potencial para a área médica. (AU)
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