| Processo: | 04/06784-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2004 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | José Eduardo Krieger |
| Beneficiário: | Juliana Sanajotti Nakamuta |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 01/00009-0 - Estudo integrado da hipertensão arterial: caracterização molecular e funcional do sistema cardiovascular, AP.TEM |
| Assunto(s): | Infarto do miocárdio Miócitos cardíacos Células-tronco mesenquimais Tecido adiposo branco Transdiferenciação celular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cardiomiocitos | Celula Mesenquimal | Infarto Agudo Do Miocardio | Tecido Adiposo | Transdiferenciacao |
Resumo A despeito do grande progresso clínico-cirúrgico ainda é grande o número de pacientes que requerem abordagens alternativas para reparar o tecido cardíaco em decorrência das doenças cardíacas isquêmicas. Nesse sentido, a cardiomioplastia biológica aparece como alternativa promissora. Há evidências encorajadoras sobre a plasticidade celular empregando diversos tipos celulares para a reparação biológica do miocárdio infartado. Em nosso laboratório estamos desenvolvendo estudos pré-clínicos e clínicos para avaliar a segurança e eficácia das células tronco da medula óssea. No presente estudo, queremos ampliar esta investigação para avaliar o potencial cardiomiogênico das células mesenquimais obtidas de tecido adiposo branco, especialmente quando se considera que o potencial de transdiferenciação das células da medula óssea vem sendo questionado a partir de evidências recentes. Abordaremos o aspecto da transdiferenciação celular em estudos in vitro, através de estímulos físicos como o "shear stress", ou de deformação celular controlada que serão complementados por estudos em modelo animal de infarto agudo do miocárdio, submetidos ao implante celular. A melhor via a ser utilizada para o transplante celular também representa uma incógnita. A aluna vem participando há 5 meses de estudo que visa avaliar diretamente o destino das células injetadas na circulação, na "coronária" ou diretamente na parede do ventrículo utilizando células marcadas radioativamente e cujos resultados preliminares seguem anexos. (AU) | |
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