| Processo: | 09/09949-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Eliane Correa Miotto |
| Beneficiário: | Marcelo Camargo Batistuzzo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neuropsicologia Memória episódica Memória verbal Transtorno obsessivo-compulsivo Imagem por ressonância magnética funcional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Categorias Semânticas | Memória episódica verbal | ressonância magnética funcional | Transtorno Obsessivo-Compulsivo | Neuropsicologia |
Resumo Achados recentes de neuroimagem sugerem que o Córtex Órbito-Frontal (COF) desempenha um papel fundamental dentro do modelo neurobiológico do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Outras áreas como tálamo, gânglios da base (especialmente o núcleo caudado e putamen), córtex anterior do cíngulo, amígdala e cerebelo também contribuem para traçar a etiologia do TOC. Também relacionados a este transtorno, inúmeros estudos com testes neuropsicológicos mostram déficits de memória e/ou planejamento nestes pacientes. Com o advento da Ressonância Magnética funcional (RMf) podemos identificar quais áreas são mais ativadas na utilização de determinado paradigma. Por meio de um paradigma neuropsicológico, pretendemos investigar a capacidade de planejamento e a organização semântica durante a evocação da memória verbal episódica. As regiões de interesse são COF, Córtex Pré-Frontal Dorsolateral (CPFDL) e Córtex Pré-Frontal Ventrolateral (CPFVL). O objetivo deste estudo é usar a RMf para identificar os correlatos neuronais associados a memória verbal de 20 pacientes com TOC nunca antes expostos a medicações psiquiátricas antes e após instruções especificas para se utilizar estratégias categóricas semânticas que auxiliam a evocação de listas de palavras. A comparação será feita com um grupo controle pareado caso-a-caso composto por indivíduos saudáveis. A hipótese é de que os pacientes apresentarão alterações na ativação do COF e piores escores no teste durante a evocação livre, porém após a instrução os resultados irão se equipar ao grupo controle com maior ativação do CPFVL e CPFDL. (AU) | |
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