| Processo: | 11/51485-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Roseli Gedanke Shavitt |
| Beneficiário: | Roseli Gedanke Shavitt |
| Instituição Sede: | Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Transtorno obsessivo-compulsivo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Glutamato | Tratamento Farmacologico |
Resumo
O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) apresenta prevalência em torno de 3% ao longo da vida e se associa a importantes prejuízos sociais, profissionais, acadêmicos e familiares. Os inibidores da recaptura de serotonina (IRS) são o tratamento farmacológico de primeira escolha para o TOC. No entanto, uma parcela significativa dos pacientes não responde satisfatoriamente ao tratamento com IRS. O riluzole é um agente anti-glutamatérgico que foi associado à melhora dos sintomas do TOC em um estudo aberto de potencialização de IRS. A partir desse resultado positivo, foi levantada a hipótese de que outros agentes com efeito sobre o sistema glutamatérgico poderiam potencializar o efeito dos IRS em pacientes com TOC resistentes à monoterapia com IRSs. O objetivo principal deste estudo é investigar, por meio de um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado com placebo, se a N-Acetilcisteina (NAC), uma droga anti-glutamatérgica, é eficaz como agente de potencialização de IRSs no tratamento do TOC resistente à monoterapia com IRSs. O desfecho primário será a redução dos escores iniciais da Yale Brown Obsessive-Compulsive Scale (Y-BOCS). Quarenta pacientes com TOC primário diagnosticado de acordo com os critérios do DSM-IV constituirão a amostra e serão tratados ambulatorialmente. Metade deles receberá tratamento de potencialização de um IRS com NAC e metade receberá placebo em associação ao IRS em uso. A hipótese do estudo é que o tratamento com NAC será eficaz na redução dos sintomas do TOC após 16 semanas de seguimento. (AU)
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