| Processo: | 09/53573-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica |
| Pesquisador responsável: | Alison Colquhoun |
| Beneficiário: | Alison Colquhoun |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Glioma Rutênio |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Glioma | Nsaids | Rutenio |
Resumo
Cada vez mais aumenta a procura por novos compostos antitumorais, especialmente por aqueles com menos efeitos colaterais. As drogas utilizadas na atualidade ainda deixam muito a desejar, sendo inespecíficas e inertes para tumores que exigem altas doses, como é o caso dos gliomas. Esses tumores são de difícil acesso a qualquer tipo de quimioterapia atual. Assim, novas drogas e metodologias que superem essas barreiras devem ser extensivamente estudadas. Compostos organometálicos contendo Rutênio têm sido estudados em diversos tipos de tumores, incluindo gliomas. O composto NAMI-A, por exemplo, já se encontra em fase II de estudo clínico. Foi descoberto que ele inibe o crescimento de metástase pulmonar. A possibilidade de se sintetizar compostos organometálicos contendo antiinflamatórios não esteróides (AINEs) conduziu-nos a estudar o composto dirutênico contendo o Ibuprofenp (Ru-lbp). Esse composto apresentou, em estudos prévios, uma capacidade antiproliferativa sobre as células C6 de glioma de rato, cujo mecanismo de ação está diretamente ligado com a alteração da expressão de proteínas ligadas ao ciclo celular e apoptose independente da expressão da enzima ciclooxigenase-2. Faz parte da proposta deste projeto saber se esse composto também possui algum efeito sobre células de glioma humano. Além disso, estudos biológicos, farmacológicos e toxicológicos serão realizados a fim de se entender como a droga atua in vivo. Ensaios bioquímicos funcionarão para responder perguntas de toxicidade sobre órgãos específicos do animal, tais como fígado, baço, pâncreas e rins. Estudos histológicos servirão para responder se as células normais dos mesmos estariam sofrendo algum efeito citotóxico significativo. E por fim, ensaios de ICP-AES e HPLC serão realizados para mostrar se ocorre acúmulo da droga em determinados órgãos e tecidos, além de identificar possíveis metabólitos desse composto. (AU)
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