| Processo: | 10/03079-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Silvia Beatriz Boscardin |
| Beneficiário: | Hugo Rezende Henriques |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 07/08648-9 - Direcionamento de antígenos recombinantes para células dendríticas in vivo: uma nova estratégia para o desenvolvimento de vacinas, AP.JP |
| Assunto(s): | Células dendríticas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anticorpo Quimerico | células dendríticas | Dengue Vírus | Diregionamento de antigenos para Celulas Dendriticas |
Resumo As células dendríticas (DCs) possuem importância crítica na interação entre o sistema imune inato e adaptativo, fagocitando antígenos e apresentando-os para linfócitos, sendo capazes de induzir tolerância ou potentes respostas imunes adaptativas. Esta propriedade faz com que estas células sejam alvo de interesse para o desenvolvimento de novas estratégias vacinais.Na última década, uma estratégia que visa o direcionamento de antígenos diretamente para as DCs in vivo vem sendo desenvolvida com sucesso em modelos animais. Esta estratégia consiste na utilização de um anticorpo contra um receptor presente na superfície da DC em fusão com o antígeno de interesse. A administração de baixas doses destes anticorpos quiméricos, na presença de estímulos de maturação para as DCs, é capaz de ativar células T antígeno-específicas e induzir a produção de altos títulos de anticorpos. Além disso, diferentes populações de DCs expressam receptores específicos em sua superfície e o uso de anticorpos dirigidos contra certos receptores pode direcionar o antígeno para a sub-população de interesse. De fato, diferentes estudos têm demonstrado que sub-populações distintas de DCs, quando ativadas, possuem capacidades diferentes para processar e apresentar antígenos e que esta capacidade diferencial pode ativar populações específicas de células T. Neste trabalho pretendemos explorar os efeitos do direcionamento de um antígeno para duas sub-populações distintas de DCs sobre a ativação das células T. Para isto utilizaremos os anticorpos quiméricos anti-DEC205 e 33D1 em fusão com a proteína NS-1 do vírus da dengue. Os mesmos serão administrados na presença de diferentes estímulos de maturação para as DCs que consistirão de alguns ligantes para receptores do tipo Toll (TLRs) além do ligante para receptores do tipo NOD (NLRs) conhecido como MDP (Muramyl Dipeptide). Desta forma, nosso objetivo principal é comparar as respostas imunes celular e humoral induzidas pelo direcionamento do mesmo antígeno para diferentes subpopulações de DCs. | |
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