| Processo: | 10/52561-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Carla Roberta de Oliveira Carvalho |
| Beneficiário: | Nelo Eidy Zanchi |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Tapsigargina Descoberta de drogas Compostos bioativos Efeitos colaterais e reações adversas relacionados a medicamentos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Celulas Beta Pancreaticas | Celulas Ins-1E | Diacereina | Estresse Do Re | Reticulo Endoplasmatico(Re) | Tapsigargina |
Resumo A descoberta de novas drogas é geralmente um processo dispendioso e demorado, pois envolve o desenvolvimento e a descoberta de compostos quimicamente bioativos com funções biológicas desejáveis e efeitos colaterais mínimos. Obviamente, este processo envolve ensaios experimentais diversos e testes clínicos em seres humanos até que se possa fazer uso do composto estudado também na clínica médica. Assim, a utilização de fármacos com ações desejáveis e conhecidas do ponto de vista biológico e bem toleradas do ponto de vista clinico, quando utilizados sobre outras doenças com denominadores comuns (ex. diminuição da inflamação subclínica), pode trazer conseqüências positivas não só para o tratamento da doença para a qual o fármaco foi inicialmente projetado, mas também para outros tipos de doenças. Essa renovada visão de testes farmacológicos constitui uma medida relativamente segura do ponto de vista clínico e relativamente pouco dispendiosa do ponto de vista econômico, pelo conhecimento prévio de mecanismos de ação e efeitos potenciais do fármaco em questão. Entretanto, tal estratégia tem sido pouco utilizada em nosso país. Considerando a resistência à insulina e o diabete melito tipo 2 (DM2) distúrbios metabólicos polimórfícos e multifatoriais, mas de já comprovada origem inflamatória (Kolb e Mandrup-Pouisen, 2005), é de se questionar a eficácia que drogas anti-inflamatórias utilizadas em doenças músculo-esqueléticas (como é o caso da Diacereína), apresentariam se empregadas como uma "renovada" estratégia terapêutica. Dado que no diabete melito tipo 1 (DM1) e tipo 2 (DM2) evidências crescentes têm sugerido que o estresse do retículo endoplasmático (RE) contribui para a ativação de vias inflamatórias e morte celular das células beta em ambos, DM1 e DM2 (Laybutt et al., 2007; Tonessen et al., 2009), a utilização da Diacereína pode ser especialmente importante para a manutenção da homeostasia das células beta. (AU) | |
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