| Processo: | 11/50481-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia |
| Pesquisador responsável: | João Palermo Neto |
| Beneficiário: | Glaucie Jussilane Alves |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 09/51886-3 - Neuroimunomodulação: fármacos, estresse e citocinas nas relações entre os sistemas nervoso, endócrino e imune, AP.TEM |
| Assunto(s): | Biologia molecular Comunicação animal Estresse psicológico Neuroimunomodulação Noradrenalina Odores |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biologia Molecular | Comunicacao Animal | Estresse Psicologico | Neuroimunomodulacao | Noradrenalina | Odor |
Resumo Este projeto dará continuidade aos experimentos realizados anteriormente (MORGULLIS et al., 2004; ALVES 2005; ALVES et al., 2006; 2007; 2008; 2010; ALVES 2010) que mostraram alterações neuroimunes em camundongas que conviveram com uma conspecífica doente; estes fatos nos levaram a sugerir que animais, em especial, roedores tem sua fisiologia e homeostase modificadas de forma marcante pela vivência com um companheiro doente. A integração de modelos biológicos e psicológicos vem se tornando cada vez mais importante no estudo da neuroimunomodulação. As relações neuroimunes não devem ser desprezadas ou subestimadas; podem ser parte de uma rede de controle muito mais ampla do que se imaginava (ADER, 2000). No presente trabalho, pretendemos verticalizar na compreensão das alterações que observamos respondendo a questões que foram levantadas quando da realização dos trabalhos publicados, objeto de nossa tese de doutorado; procuraremos especificamente, entender melhor o mecanismo de ação através do qual a convivência com o parceiro doente modifica as respostas neuroimunes que avaliamos. Deste modo, propomos analisar o perfil de expressão gênica de citocinas no SNC, assim como o mecanismo envolvido com as alterações comportamentais, a atividade imune, os níveis de catecolaminas e o comportamento de animais que convivem com um parceiro doente. Assim, poderemos explicar dentro de uma perspectiva neuroimune, as alterações produzidas pela convivência com doentes. (AU) | |
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