| Processo: | 12/11925-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Rosana de Lima Pagano |
| Beneficiário: | Guilherme Diogo Silva |
| Instituição Sede: | Hospital Sírio-Libanês. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Córtex motor Analgesia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Analgesia | células da glia | córtex motor | Dor neuropática | neuroestimulação | rato | Dor e analgesia |
Resumo Frente aos resultados insatisfatórios dos atuais manejos farmacológicos, a estimulação elétrica do córtex motor (ECM) apresentou-se como terapia de notável eficácia no tratamento da dor neuropática; entretanto, há pacientes refratários aos efeitos desse método. A elucidação do exato mecanismo de ação poderia corroborar para o entendimento e superação das limitações da ECM. Astrócitos e micróglias são responsáveis pela indução e manutenção do fenômeno de dor neuropática, tanto em níveis morfológicos como funcionais, devido a uma interface entre o sistema nervoso e o sistema imune, mediada, por exemplo, por fator de necrose tumoral- ± (TNF-±) e interleucina-1² (IL-1²), os quais regulam a neuroinflamação associada a neuropatia periférica. Foi demonstrado pelo nosso grupo que a ECM reverte a dor neuropática em ratos com constrição crônica do nervo isquiático. Nessa perspectiva, a compreensão do padrão de ativação das células da glia, com a consequente modulação da liberação de citocinas algogênicas, são tópicos de importante relevância. Assim, no presente projeto, animais com neuropatia periférica, estimulados ou não, serão avaliados no teste de pressão da pata e em seguida será determinado o padrão de ativação de astrócitos (GFAP) e microglias (OX-42) espinhais, concomitantemente com a marcação para as citocinas TNF-± e IL-1² e para o receptor P2X4 (que caracteriza ativação microglial), por ensaio de imuno-histoquímica. Ainda, será avaliado o envolvimento do sistema endocanabinóide pela marcação dos receptores canabinóides do tipo 1 e 2, os quais medeiam a inibição da dor neuropática. Portanto, compreender como tais elementos são modulados após a estimulação cortical permitiria um aprofundamento no entendimento dessa técnica e, possivelmente, o aperfeiçoamento do método para maior abrangência clínica. (AU) | |
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