| Processo: | 12/15495-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Merari de Fátima Ramires Ferrari |
| Beneficiário: | Merari de Fátima Ramires Ferrari |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/08628-9 - Treinamento em técnicas e procedimentos gerais de laboratório de pesquisa, BP.TT |
| Assunto(s): | Doenças neurodegenerativas Neurônios dopaminérgicos alfa-Sinucleína Células-tronco pluripotentes induzidas Células-tronco embrionárias Fibroblastos Autofagia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | agregados protéicos | autofagocitose | cálcio | células tronco de pluripotência induzida | células tronco embrionárias | tráfego intracelular | Neurodegeneração |
Resumo
A perda dos neurônios dopaminérgicos e a presença de agregados proteicos contendo alfa sinucleína são as principais características celulares da doença de Parkinson. No entanto, alterações celulares estão presentes antes o aparecimentos desses agregados o que pode contribuir para o desencadeamento da morte celular. As células-tronco oferecem amplas possibilidades de modelos para estudo de doenças neurodegenerativas. As de pluripotência induzida ainda permitem a investigação das funções celulares em indivíduos acometidos por doenças neurodegenerativas. Com isso, os objetivos do presente trabalho são: implementar a técnica de derivação de neurônios dopaminérgicos a partir de células-tronco embrionárias e de fibroblastos com pluripotência induzida; estudar a influência do cálcio nos primeiros estágios da neurodegeneração, bem como analisar o tráfego de mitocôndrias e do sistema de autofagia nestes neurônios na ausência e presença de agregados contendo alfa-sinucleína. Para tanto, serão feitas culturas de células-tronco embrionárias humanas da linhagem BR-1 e de fibroblastos de pacientes diagnosticados com doença de Parkinson idiopática os quais serão induzidos à pluripotência pela expressão de SOX2, c-MYC, OCT4 e KFL4. As células tronco serão então diferenciadas em neurônios dopaminérgicos e avaliados usando Fura-2, expressão de alfa-sinucleína e proteína miro mutante, assim como ativação e repressão do sistema de autofagocitose a fim de compreender alguns eventos importantes nos estágios iniciais da neurodegeneração dopaminérgica. (AU)
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