| Processo: | 12/17619-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 01 de abril de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia |
| Pesquisador responsável: | Maria Gabriela Menezes de Oliveira |
| Beneficiário: | Cesar Augusto de Oliveira Coelho |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/10907-3 - Efeito da aprendizagem da controlabilidade de um estressor na prevenção do retorno do medo condicionado em humanos: análises de conectividade funcional do sinal BOLD da ressonância magnética funcional, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Hipocampo Condicionamento (psicologia) Medo Neuroimagem Conectividade cerebral Teoria dos grafos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Condicionamento de Medo ao Contexto | conectividade funcional | Creb | Discriminação contextual | Teoria de Grafos | Neurobiologia da Aprendizagem e Memória |
Resumo O hipocampo é uma região central no processamento de informações sobre eventos e o contexto em que ocorrem, assim como na consolidação e retenção dessas memórias. O desempenho de humanos e outros animais com lesões hipocampais em paradigmas que necessitam do uso de informações contextuais, espaciais, de navegação e similares é profundamente afetado. No modelo de Condicionamento de medo ao contexto (CMC), a importância do hipocampo é bem demonstrada em modelos de amnésia retrógrada (trauma amnésico após o evento de aprendizagem), mas modelos de amnésia anterógrada (trauma/lesão anterior à aprendizagem) não são tão afetados pela lesão ou inativação do hipocampo. Há a hipótese de que outras regiões, também envolvidas em processamento de informações contextuais, estejam de certa forma compensando a falta do hipocampo e/ou adquirindo informações que sejam suficientes para a aprendizagem aversiva do modelo. Essas regiões têm interação íntima com o hipocampo, mas cobrem uma área cortical extensa, além de regiões subcorticais. Por isso, investigar como ocorre a compensação da falta do hipocampo, assim como a forma como se dá a aprendizagem do CMC torna-se complicado com os métodos tradicionais de manipulação farmacológica de uma única região. Assim, métodos que permitam visualizar a dinâmica de conectividade de forma mais global, como a análise de redes por teoria de grafos, se mostram de grande valia para entender o fenômeno em questão. A teoria de grafos enquanto método análise de conectividade estrutural e funcional tem sido crescentemente adotado em muitos estudos de neurociências, fornecendo uma perspectiva nova e promissora, inclusive em preparações com o CMC. O presente estudo almeja analisar, pela teoria de grafos, a conectividade funcional de animais com hipocampo lesionado e utilizar essa análise para inferir diferenças e similaridades (comparando com aquela de animais controle) que possam estar subsidiando a aprendizagem de medo ao contexto. A construção da rede utilizará como dado a expressão da proteína CREB (fosforilada, pCREB), envolvida na indução de plasticidade neuronal decorrente de aprendizagem. Espera-se, com os modelos inferidos pela análise de grafos, propor hipóteses formuladas com base nos próprios dados, e poder testá-las posteriormente em experimentos com manipulação mais específica. (AU) | |
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