| Processo: | 13/00374-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Andréia Machado Leopoldino |
| Beneficiário: | Karina Stringhetta Padovani |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Receptores do ácido retinoico Leucemia promielocítica aguda Diferenciação celular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ácido all-trans retinóico | diferenciação celular | Leucemia promielocítica aguda | patogênese | proteína hnRNPK | Oncologia |
Resumo A Leucemia Promielocítica Aguda (LPA) é caracterizada principalmente pela translocação cromossomal t(15,17), que culmina com a fusão dos genes PML (Proteína Leucêmica Promielocítica) e RARa (Receptor de Ácido Retinóico), gerando o oncogene PML-RARa. Este gene codifica um receptor de ácido retinóico mutante que contribui para a leucemogênese interferindo no processo de diferenciação celular bloqueando a mesma no estágio promielocítico. A translocação t(11,17) (q23,21), que também culmina em leucemia promielocítica aguda, gera o oncogene PLZF-RARa, responsável pela resistência ao ácido all-trans retinóico (ATRA). O ATRA ao contrário dos quimioterápicos que visam eliminar as células neoplásicas é usado na terapia antineoplásica para induzir a diferenciação e maturação dos promielócitos neoplásicos em granulócitos. O tratamento propicia bom prognóstico, porém é desfavorável quando a célula leucêmica é resistente ao ATRA. O objetivo do presente projeto é avaliar o papel da proteína hnRNPK na leucemia promielocítica aguda e na indução da diferenciação celular granulocítica, utilizando células NB4 e NB4-R2 humanas tratadas ou não com ATRA na presença ou ausência da proteína hnRNPK. O aumento dessa proteína já foi descrito em diversos tumores, mas a possível participação da hnRNPK no mecanismo de leucemogênese da LPA e na diferenciação celular ainda precisa ser definida. Resultados preliminares obtidos mostram que há alteração na distribuição celular da hnRNPK nas células NB4 submetidas ao tratamento com ATRA, o que indica participação desta proteína no processo. Será realizado o silenciamento de hnRNPK usando RNA de interferência (shRNA) nas células NB4 e NB4-R2 e as mesmas serão submetidas a ensaios de: proliferação celular, viabilidade celular, sensibilidade ao ATRA/diferenciação. (AU) | |
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