| Processo: | 14/07390-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Niels Olsen Saraiva Câmara |
| Beneficiário: | Flavia Franco da Cunha |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 12/02270-2 - Novos mecanismos celulares, moleculares e imunológicos das lesões renais agudas e crônicas: busca por novas estratégias terapêuticas, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/13029-5 - Papel dos miRNAs na tolerância imunológica mediada por células T reguladoras, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Células-tronco Inflamação Tolerância Transplante de rim Nefrologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células-tronco | Inflamação | Tolerância | Transplante renal | Nefrologia |
Resumo O transplante de órgãos sólidos representa a melhor opção terapêutica para pacientes com falências de órgãos terminais. Porém, a sobrevida dos enxertos requer a administração de drogas imunossupressoras, que provocam efeitos colaterais e não protegem os pacientes da nefropatia crônica do enxerto. A indução de tolerância imune-específica aos antígenos do enxerto tornaria a imunossupressão crônica desnecessária ou possível de ser minimizada. O uso de células estromais mesenquimais (CEMs) pode levar a esta tolerância, pois estas células possuem propriedades imunomoduladoras, atuando em diferentes vias. Quando co-cultivadas com linfócitos são capazes de aumentar a porcentagem de células T reguladoras (Treg) e de DCs reguladoras e inibir a proliferação de células T de memória alo-específicas. As microvesículas (MVs) liberadas por CEMs são uma das principais responsáveis pelos efeitos terapêuticos destas células e a substituição de CEMs por MVs em tratamentos pode ser viável e propiciar maior segurança. As CEMs quando em presença de citocinas pró-inflamatórias liberam uma concentração maior de mediadores moleculares que consequentemente potencializam a sua capacidade de modular a resposta imune. Assim como as CEMs são influenciadas pelo microambiente inflamatório, o mesmo pode ocorrer com as MVs, alterando seu o conteúdo e sua ação. Dessa maneira, nosso objetivo é avaliar se a pré-ativação de CEMs com citocinas inflamatórias pode alterar o perfil das MVs e, consequentemente, sua capacidade imunossupressora in vitro e in vivo em respostas imunes alogênicas. Para isso, CEMs serão estimuladas com IFN-³ para posterior obtenção de MVs e a sua capacidade de inibir a proliferação e ativação de células T naive e expandir Treg e DC reguladoras será avaliada in vitro e in vivo em um modelo de transplante de pele. Nós esperamos que as MVs sejam capazes de modificar as células do sistema imune e de gerar tolerância imunológica, sendo portanto, uma alternativa à terapia imunossupressora e à terapia celular para aumentar a sobrevivência dos órgãos e dos pacientes transplantados. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |