| Processo: | 14/10134-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 24 de março de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Radiologia Médica |
| Pesquisador responsável: | Li Li Min |
| Beneficiário: | Alexandre Hideki Okano |
| Supervisor: | Shinsuke Shimojo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | California Institute of Technology, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 13/10187-0 - Neuromodulação e Regulação Cerebral do Exercício Físico, BP.PD |
| Assunto(s): | Recompensa Dopamina Exercício físico Neuroimagem Neuromodulação Neurologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dopamina | estimulação transcraniana | exercício físico | neuroimagem | neuromodulação | Recompensa | Neurologia |
Resumo A história da ciência do exercício ao longo da segunda metade do século XX, está cheia de triunfos espetaculares, mas também alguns fracassos épicos. Os sucessos consistem em descobrir uma riqueza de evidências científicas que sustentam os efeitos benéficos da atividade física sobre a saúde e elevar a consciência não só da comunidade médica, mas também do público em geral. O fracasso é pela incapacidade de aumentar as taxas de participação de atividade física, que permanecem extremamente baixa na maioria dos países industrializados. Os pesquisadores se concentraram no possível papel desempenhado pelas diretrizes exercício de prescrição e recomendações de atividade física nestas falhas e estendeu por considerar o prazer como critério fundamental quando o exercício é prescrito ou é recomendado a atividade física. Uma literatura emergente agora sugere que o prazer experimentado durante a realização do exercício físico prediz a participação posterior em programas de atividade física. Portanto, garantir que a atividade de exercício físico não seja apenas eficaz e segura mas também prazerosa, pode aumentar as chances de que esses comportamentos se tornem hábitos ao longo da vida. A ocorrência de prazer é codificado por atividade neural em diferentes regiões cerebrais que envolvem o sistema dopamingérgico (DA) que é essencial para o sistema de recompensa. A DA é um neurotransmissor sintetizado por neurônios mesencefálicos na substantia nigra (SN) e a área tegmental ventral (VTA). Dado que os neurônios SN / VTA estão localizados em regiões profundas do cérebro, as principais estragégias para modular tem sido por intervenções farmacológicas ou implantação de estimuladores cerebrais profundos. Nas últimas décadas, a estimulação cerebral não-invasiva tem sido cada vez mais utilizado por médicos e neurocientistas com intuito de modular o cérebro. Estimulação transcraniana por corrente contínua (ETCC) é considerada uma técnica de neuromodulação que induz alterações de excitabilidade no potencial de repouso da membrana. Embora ETCC estimula a área cortical diretamente abaixo do eletrodo, ele também pode modular estruturas subcorticais. Recentemente, pesquisadores da Caltech mostraram que a ETCC pode ser utilizada para induzir alterações de atividade neural no mesencéfalo distal (SN e VTA) que afeta diretamente o comportamento. Estes resultados nos inspirou para testar se tais aumento nas funções dopaminérgicas do mesencéfalo, em resposta a ETCC anódica do córtex frontal, pode aumentar o prazer experimentado durante o exercício físico. Nossa hipótese é de que a ETCC resultaria na ativação remota do mesencéfalo ventral medida pelo fMRI, e que essa ativação remota se manifestaria comportamentalmente com aumentos na sensação de prazer dos participantes durante físico exercício. (AU) | |
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