| Processo: | 15/02498-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Vanessa Morais Freitas |
| Beneficiário: | Vanessa Morais Freitas |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Células-tronco neoplásicas Neoplasias mamárias Cultura de células Fenótipo Hipóxia Expressão gênica Expressão de proteínas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acidose | Célula tronco tumoral | cultura de células | estresse celular | hipóxia | restrição de nutrientes | Biologia Tumoral |
Resumo
O câncer de mama representa o 2º câncer mais letal em todo o mundo, sendo a malignidade mais frequente e mortal na população do sexo feminino. O câncer de mama é reconhecido por ser altamente heterogêneo e estudos recentes indicam que o pior prognóstico de determinados subtipos de câncer de mama pode estar relacionado à maior proporção de células com fenótipo tronco nestes casos. As células-tronco tumorais (CTTs) são capazes de autorrenovação e diferenciação celular, além de apresentarem elevada quimiorresistência, estando frequentemente associadas ao processo de recidiva tumoral. As condições presentes no microambiente tumoral incluem acidose, hipóxia, limitação de nutrientes e falta de substrato. Em contrapartida, o modelo in vitro convencionalmente utilizado no estudo do câncer não reproduz fielmente o microambiente tumoral, pois apresenta pH neutro, normóxico, com meios nutritivos e substratos bidimensionais plásticos tratados para facilitar a adesão celular. No intuito de melhor compreendermos o papel do microambiente no comportamento das células tumorais, realizaremos ensaios em que as células tumorais serão expostas a condições de estresse próximas às observadas in vivo, resultando em morte das células não adaptadas. Avaliaremos o fenótipo tronco das células resistentes através da expressão gênica, expressão proteica, liberação de vesículas, habilidade de formar colônias no ágar, migrar e invadir barreiras in vitro além da capacidade tumorigênica e metastática dessas linhagens in vivo. A geração dessas linhagens resistentes e possivelmente enriquecidas com células tronco tumorais irá auxiliar no maior entendimento da doença e servir de modelo para o desenvolvimento de medicamentos capazes de combater os tumores mais agressivos. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |