| Processo: | 15/06007-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Lilian Amorim |
| Beneficiário: | André Bueno Gama |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/19564-7 - Podridão floral dos citros: sensibilidade a fungicidas, caracterização molecular e dispersão de conídios secundários de Colletotrichum spp, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Citrus Podridão (doença de planta) Fungicidas Controle químico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Controle Químico | Isolados resistentes | Podridão Floral dos Citros | Resistência a fungicidas | Sistema de Previsão | Citros |
Resumo A citricultura brasileira se destaca expressivamente no mercado global de citros, apresentando altos valores de produção e produtividade. As propriedades produtoras de citros de São Paulo vêm apresentando forte migração das regiões norte e nordeste para o sudoeste do Estado, por essa região apresentar menor incidência de doenças importantes como o cancro, CVC e greening, além de suas condições meteorológicas excluírem a necessidade de irrigação da cultura. Contudo, as condições dessa região favorecem o desenvolvimento da podridão floral dos citros (PFC), causada por Colletotrichum gloeosporioides e C. acutatum, especialmente em anos de temperaturas amenas e alta umidade. Apesar dessa condição climática não ocorrer todos os anos, os citricultores realizam pulverizações preventivas para o controle da PFC em todas as safras, o que muitas vezes acarreta gastos desnecessários aos produtores. Além do impacto econômico, a aplicação exacerbada de fungicidas aumenta a pressão de seleção de isolados dos patógenos resistentes a esses fungicidas, e pode diminuir a eficiência do controle químico. Um dos fungicidas mais utilizados na citricultura paulista para controle da PFC é uma mistura de trifloxistrobina (estrobilurinas) e tebuconazol (triazol), fungicidas de modo de ação específico pertencentes a grupos cujos casos de aparecimento de resistência em patógenos já foram relatados na literatura. Recentemente, foi concedido pela FAPESP um auxílio à pesquisa com o objetivo de desenvolver e implementar um sistema de previsão de epidemias da podridão floral dos citros, de fácil acesso ao citricultor do sudoeste paulista. Esse projeto tem como meta o desenvolvimento de uma plataforma on-line de previsão de risco da doença com acesso remoto pelos citricultores. Para tanto, é imprescindível determinar um limiar de ação para a aplicação de fungicidas em pomares da região sudoeste paulista. Dessa forma, o presente trabalho tem por objetivos estabelecer um limiar de ação para a aplicação de fungicidas com base na germinação de conídios de C. acutatum que controle a doença igualmente ou de forma mais eficiente do que o sistema de pulverização adotado pelos citricultores do sudoeste paulista e caracterizar a sensibilidade de isolados de C. gloeosporioides e C. acutatum à trifloxistrobina e ao tebuconazol in vitro e molecularmente. (AU) | |
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