| Processo: | 15/16660-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Marilia de Freitas Calmon |
| Beneficiário: | Marilia de Freitas Calmon |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José do Rio Preto |
| Pesquisadores associados: | Antonio Claudio Tedesco ; Fernando Lucas Primo ; Paula Rahal |
| Assunto(s): | Neoplasias mamárias Nanoemulsão Curcumina Terapia fotodinâmica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Câncer de mama | curcumina | doxorrubicna | nanoemulsões | Terapia Fotodinâmica | nanotecnologia no tratamento de câncer |
Resumo
O câncer permanece como um dos principais problemas de saúde mundial. O tratamento do câncer de mama envolve a utilização de recursos terapêuticos complexos, com resultados estéticos pouco satisfatórios que implicam, consequentemente, no comprometimento social e psicológico do paciente devido às mutilações originadas na região das mamas. A nanotecnologia, na última década, tem se destacado como uma das ferramentas mais promissoras no tratamento do câncer. As nanoemulsões apresentam características atrativas como estabilidade biológica, biocompatibilidade, redução da toxicidade associada com a terapia de combate ao câncer, aumento da eficiência da terapia, além de poderem ser administradas por diferentes rotas e podem incorporar uma grande variedade moléculas de drogas. Portanto, o projeto tem como objetivos desenvolver nanoemulsões de entrega de drogas associadas a terapia fotodinâmica para o tratamento do câncer de mama e testar a eficiência destas nanoemulsões in vitro, por meio de ensaios de captação intracelular das nanoemulsões, citotoxicidade e fototoxicidade, proliferação celular e apoptose. As eficiências destas nanopartículas também serão testadas in vivo por meio da eficiência anti-tumoral, análise de permeabilidade vascular e angiogênese. (AU)
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