| Processo: | 15/17080-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal |
| Pesquisador responsável: | Lusiane Maria Bendhack |
| Beneficiário: | Lusiane Maria Bendhack |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Vasoconstrição Hipertensão Óxido nítrico Endotélio vascular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cox | Endotélio Vascular | estresse de estiramento | hipertensão arterial | Oxido Nitrico | Vasoconstrição | Farmacologia Vascular |
Resumo
A disfunção endotelial caracterizada em doenças cardiovasculares como hipertensão, se deve à redução da vasodilatação dependente do endotélio. O desequilíbrio entre a produção endotelial de fatores relaxantes (EDRFs) como o óxido nítrico (NO), prostaciclina (PGI2) e fatores contráteis (EDCFs) como o tromboxano A2 (TXA2), podem contribuir para a disfunção endotelial geralmente associada à excessiva produção de espécies reativas de oxigênio (EROs). Resultados obtidos em nosso laboratório demonstraram que a resposta contrátil induzida por fenilefrina (PE) sob tensão de repouso de 1,5 g é menor em aortas com endotélio (E+), isoladas de ratos hipertensos renais 2R-1C do que a resposta contrátil induzida pela PE em aortas E+, isoladas de ratos normotensos sham-operados (2R). Isto se deve à produção de peróxido de hidrogênio (H2O2) que ativa a eNOS em 2R-1C E+ por aumentar a fosforilação do resíduo de Ser1177, resíduo ativador da eNOS. Embora a enzima ciclooxigenase (COX) também esteja mais expressa e ativa em aortas de ratos 2R-1C, o efeito do NO prevalece sobre o efeito do prostanóide contrátil TXA2. Aortas de ratos 2R-1C, com endotélio, sob tensão basal de 3,0 g, apresentam aumento na resposta contrátil à PE. Isto não acontece em aortas de ratos 2R. Com base em dados da literatura e em resultados obtidos em nosso laboratório, a hipótese deste trabalho é de que na hipertensão arterial, o aumento da resistência vascular modifica o estiramento vascular radial, o que deve modificar a sinalização celular e determinar a maior produção de EROS e consequentemente modular a atividade das enzimas endoteliais eNOS e COX. Desta forma, este trabalho tem por objetivo avaliar o papel dos níveis de pressão arterial e do estiramento vascular radial para a atividade das enzimas endoteliais eNOS e COX sobre as respostas contráteis em aorta e artéria coronária de ratos 2R e 2R-1C. Avaliaremos o efeito vasodilatador dependente do endotélio vascular estimulado pela acetilcolina e pelo doador de NO associado ao inibidor da COX, indometacina (NCX2121), em artérias aortas e coronárias isoladas de ratos 2R e 2R-1C.Palavras Chave: Disfunção endotelial, estiramento vascular, hipertensão renovascular, vasoconstrição, vasodilatação, óxido nítrico, eNOS, COX (AU)
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