| Processo: | 15/24789-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Alice Cristina Rodrigues |
| Beneficiário: | Alice Cristina Rodrigues |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Obesidade Diabetes mellitus Resistência à insulina Adiponectina MicroRNAs Fígado gorduroso |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adiponectina | diabetes mellitus | Esteatose Hepática | MicroRNAs | obesidade | resistência a insulina | Farmacologia endócrina |
Resumo
A adiponectina é uma adipocina produzida e secretada, principalmente, pelo tecido adiposo. As ações metabólicas da adiponectina nos tecidos-alvos, como tecido adiposo, fígado e músculo esquelético, são mediados em grande parte pelos receptores AdipoR1 e AdipoR2, visto que camundongos duplo knockout (KO) para ambos os receptores, abolem a ligação da adiponectina e suas ações, resultando em acúmulo de triglicerídeos no fígado, resistência à insulina e intolerância à glicose. Portanto, tanto a hipoadiponectinemia, bem como a diminuição da expressão dos AdipoRs estão associadas com a obesidade e comorbidades associadas como diabetes mellitus tipo 2 (DMT2) e doença do fígado gordo não alcoólica (NAFLD). Deste modo, intervenções terapêuticas que auxiliem no aumento de produção de adiponectina e/ou aumentem a expressão dos receptores, são opções importantes para prevenção das doenças citadas. Recentemente, foi demonstrado que os genes da Adiponectina (Adipoq) e de seus receptores AdipoR1 e AdipoR2 são regulados pós-transcricionalmente por microRNAs tanto em humanos obesos como em modelos de obesidade experimental. Corroborando com esses achados, diversos estudos tem demonstrado que a desregulação de microRNAs contribue para o desenvolvimento de resistência à insulina induzida por obesidade e microRNAs circulantes tem sido descritos como biomarcadores do desenvolvimento de doenças associadas a obesidade como DMT2 e NAFLD. Sendo assim, nossa hipótese é que os microRNAs podem ser importantes alvos terapêuticos para melhorar a resistência à insulina em modelos de obesidade, e consequentemente tratar ou prevenir doenças associadas a esse quadro, como diabetes tipo 2 e NAFLD. (AU)
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