| Processo: | 16/22221-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Fernando Luiz Affonso Fonseca |
| Beneficiário: | Felipe Ko Chen |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina do ABC (FMABC). Santo André , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Antioxidantes Magnésio Paullinia cupana Neoplasias mamárias Fadiga Carcinoma de Ehrlich |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antifadiga | antioxidante | Magnésio | Paullinia cupana | Pc-18 | Tumor de Ehrlich | Clínica Médica |
Resumo No Brasil e no mundo, a neoplasia está entre as principais causas de mortalidade. Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), estima-se que no biênio 2016-2017 ocorram cerca de 600 mil novos casos de câncer no Brasil, sendo que o câncer de mama, o mais frequente entre as mulheres entre os tumores não melanomas, responsável por 57.960 novos casos (risco estimado de 56,20 casos a cada 100 mil mulheres).1Assim, inúmeras pesquisas e estudos têm se dedicado à melhor compreensão desta doença, assim como as repercussões sistêmicas, epidemiologia e tratamento.2,3Dentre as principais queixas daqueles pacientes com câncer de mama tratados com antineoplásicos, a fadiga é uma das que mais prejudicam a qualidade de vida do indivíduo. A análise da fadiga é uma tarefa difícil, uma vez que compõe-se de parâmetros subjetivos e referidos pelo próprio paciente. Desta forma, a descrição da fadiga aborda características gerais, como intensidade, sensação negativa e características temporais, assim como sinais específicos, como falta de energia, fraqueza, sonolência e dificuldade de concentração.4,5,6As causas da fadiga são, portanto, definidas como físicas (anemia, distúrbios metabólicos e nutrição inapropriada devido à anorexia, náusea, vômitos ou obstruções intestinais); psicológicas (depressão, ansiedade e falta de sono); e, principalmente, relacionada à liberação endógena de citocinas inflamatórias que interferem em inúmeros mecanismos fisiológicos.6Dentre as citocinas inflamatórias, podemos citar, baseado em estudo prévios, a interleucina 6 (IL-6), interleucina 1ra (IL-1ra), fator de necrose tumoral RII (TNF RII) e neopterina. Além disso, avaliou-se a participação do SO e de glicocorticóides.7,8Nos pacientes com câncer de mama, notou-se que há um importante papel relacionado ao TNF-± e ao TGF-².9-13O tratamento farmacológico da fadiga ainda é um tema pouco explorado, destacando-se, então, a importância da investigação de tratamentos alternativos não so na ação antitumoral, mas também na ação antifadiga. Estudos mostram indícios satisfatórios de tratamento contra fadiga com Magnesio, PC-18 e extrato de guaraná (Paullinia cupana).14Finalmente, O tumor de Ehrlich é uma neoplasia experimental transplantável de origem epitelial maligna espécie-específica que corresponde ao adenocarcinoma mamário do camundongo fêmea. O uso deste tumor como modelo para estudos associados ao câncer de mama é favorável, uma vez que é um tumor relativamente simples de ser transplantado.15 | |
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