| Processo: | 17/07095-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Sandra Helena Penha de Oliveira |
| Beneficiário: | Maria Carolina Linjardi de Sousa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/03965-2 - Papel do sistema renina-angiotensina em diferentes modelos inflamatórios orais: uma abordagem interdisciplinar experimental e clínica, AP.TEM |
| Assunto(s): | Osteoporose Osteoblastos Medula óssea Citocinas Mastócitos Células-tronco mesenquimais Matriz extracelular Técnicas in vitro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células mesenquimais estromais | citocinas | Mastócitos | osteoblasto | Osteoimunologia | osteoporose | osteoimunologia |
Resumo O tecido ósseo é formado por alguns tipos celulares importantes, tais como: osteoblastos, osteclastos e osteócitos. Os osteoblastos são células formadoras de osso, originadas que sintetizam e secretam fibras colágenas e outros componentes orgânicos necessários para a formação da matriz extracelular óssea, em específico colágeno I, sialoproteína óssea, osteocalcina e osteopontina. O processo de osteogênese é dividido em três etapas (proliferação, comprometimento fenotípico e síntese de matriz), envolve muitos fatores para que uma célula ostoprogenitora se diferencie como o envolvimento de fatores de crescimento, citocinas e quimiocinas. Muitos desses fatores podem ser oriundos das próprias células residentes localizadas próximas ao tecido ósseo que contribuem, ou não, para que as células progenitoras assumam fenótipos específicos. Estudos revelam a possibilidade de que os mastócitos têm a capacidade de regular o turnover ósseo, por meio de seus produtos pré-formados visto que essas células estão estrategicamente localizadas em torno da superfície periosteal, estando assim em estreita proximidade anatômica com osteoblastos periostais. Dessa forma, compreender o papel dos mastócitos na diferenciação osteogênica de osteoblastos, bem como os mecanismos envolvidos nesse processo mostra-se ser de extrema importância para melhor compreender a participação destas células, bem como seus mediadores no desenvolvimento de desordens ósseas como, por exemplo, a osteoporose. Assim, no presente estudo, propomos avaliar o papel dos mastócitos sobre a diferenciação osteoblásticas de células estromais mesenquimais da medula óssea de camundongos no intuito de futuramente investigar possíveis mecanismos envolvidos neste processo. | |
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