| Processo: | 17/22173-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Thiago Luiz de Russo |
| Beneficiário: | Gabriela Nagai Ocamoto |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Pressão intracraniana Acidente vascular cerebral Sedentarismo Sistema cardiovascular Reabilitação (terapêutica médica) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acidente Vascular Cerebral | Controle autonômico cardiovascular | fisioterapia | Pressão intracraniana | Reabilitação | Sedentarismo | Fisioterapia neurológica |
Resumo O Acidente Vascular Cerebral (AVC) e o sedentarismo geram alterações no sistema cardiovascular e na regulação do Fluxo Sanguíneo Cerebral (FSC), podendo explicar o risco para novos eventos cerebrovasculares. Dentre os componentes regulatórios do FSC, encontra-se a Pressão Intracraniana (PIC). O desenvolvimento de formas inovadoras de monitorá-la exerce interesse clínico para a medicina intensiva e também para a reabilitação neurológica e cardiovascular. Ferramentas de monitoramento não invasivas da PIC abrem perspectivas para compreender a hemodinâmica cerebral em situações crônicas e incapacitantes, como no pós-AVC, além de relacioná-las a comportamentos sedentários e alterações do sistema cardiovascular, como nas alterações na variabilidade da frequência cardíaca e sensibilidade barorreflexa. Com isso, o objetivo deste projeto é caracterizar a pressão intracraniana por método não invasivo e verificar sua relação aos comportamentos sedentários e sistema autonômico cardiovascular em indivíduos pós-AVC na fase crônica quando comparados a saudáveis. Para tal, será desenvolvido um estudo transversal com 33 indivíduos pós-AVC crônicos e 33 saudáveis, pareados por sexo, idade e índice de massa corporal. As avaliações serão realizadas em 2 dias, respeitando uma semana entre cada dia. Na primeira visita será avaliado o comprometimento sensório-motor dos voluntários pós-AVC, execução do teste de caminhada de 10 metros, e colocação do acelerômetro no tornozelo não parético e dominante, nos grupos pós-AVC e controle respectivamente, que deverá ser utilizado de forma ininterrupta durante 9 dias. Na segunda visita, os acelerômetros serão removidos para a contabilização do número de passos e tempo despendido em inatividade física. Em seguida, serão avaliados o nível de atividade física, a função do sistema autonômico cardiovascular representada pela variabilidade da frequência cardíaca e sensibilidade barorreflexa, e a pressão intracraniana, por meio da manobra de mudança postural ativa/ativa-assistida. Os dados serão submetidos aos testes de normalidade e homogeneidade. Será utilizado o Anova two way ou teste de Kruskal Wallis seguido do teste de Mann-Whitney para comparar diferenças entre os hemisférios e grupos, teste T de Student não pareado ou teste de Wilcoxon para as variáveis, e o coeficiente de Pearson ou de Spearman para correlacionar os dados. Para todas as análises será considerado um nível de significância de 5% e um intervalo de confiança de 95%. (AU) | |
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