| Processo: | 18/00665-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Helena Cristina de Lima Barbosa |
| Beneficiário: | Karina Rodrigues dos Santos |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiologia endócrina Células secretoras de insulina Estresse do retículo endoplasmático Hormônio liberador de hormônio do crescimento |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | célula beta pancreática | estresse de reticulo endoplasmatico | Ghrh | Fisiologia Endócrina |
Resumo O GHRH é um hormônio produzido principalmente no hipotálamo, responsável por induzir a síntese e a secreção do hormônio do crescimento. A expressão do GHRH e de seu receptor foi descrita em tecidos periféricos, dentre eles o pâncreas endócrino. As ações do GHRH nas células alvo culminam com a ativação de vias de sobrevivência, proliferação e diferenciação celular. Considerando o declínio de massa da célula beta na progressão do diabetes mellitus tipo 2 (DM2), tais ações do GHRH o tornam um alvo potencial no estudo da célula beta. Um dos mecanismos relacionados ao declínio progressivo da função insular é o estresse de retículo endoplasmático (RE). A perda da homeostase do RE ativa respostas de estresse, a UPR, que ocorrem frente à exposição a citocinas inflamatórias ou excesso de ácidos graxos livres. Como os efeitos do GHRH não foram totalmente elucidados na célula beta, propomos investigá-los através da análise do perfil da proteômica estrutural em células beta INS-1E, previamente tratadas com o MR-409, um agonista do GHRH. Ainda, pretendemos avaliar o papel do GHRH sobre a modulação dos componentes da UPR. Para isso, células INS-1E serão tratadas com um coquetel de citocinas inflamatórias por 24h, seguida de incubação com MR-409 por 24h. Após isso, conteúdos gênico e proteico de componentes da UPR serão avaliados. Para confirmar nosso achado, será realizado ensaio de gene repórter com promotor do ATF6, para avaliar sua atividade promotora. Dessa forma, este projeto, na sua totalidade, trará contribuições para o melhor entendimento de possíveis efeitos do GHRH que devem impactar sobre a sobrevivência da célula beta pancreática, podendo, ainda, serem aplicadas a terapias que visam prevenir a apoptose, ou reverter os danos causados pela inflamação durante a progressão do DM2. | |
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