| Processo: | 18/15618-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Joyce Maria Annichino-Bizzacchi |
| Beneficiário: | Letícia Queiroz da Silva Justo |
| Instituição Sede: | Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/14172-6 - Investigação de aspectos fisiopatológicos e novas abordagens terapêuticas em doenças tromboembólicas, AP.TEM |
| Assunto(s): | Hematologia Células endoteliais Hemostasia Trombose venosa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células endoteliais formadoras de colônia | disfunçao endotelial | trombose venosa profunda | Hematologia |
Resumo A Trombose Venosa Profunda (TVP) é definida como um processo patológico resultante da alteração da parede do vaso, do fluxo sanguíneo, e/ou da composição sanguínea, o que leva a formação de um trombo, podendo desencadear outros eventos. Este processo, ainda que bem descrito, permanece indefinido quanto a várias causas etiológicas promotoras da doença. O endotélio vascular ao responder ativamente a estímulos fisiopatológicos, pode-se tornar vulnerável, e com a perda de sua integridade, liberar Células Endoteliais Progenitoras (CEPs) e Formadoras de Colônias (CEFCs) para a circulação. Essas alterações vêm sendo correlacionadas como possíveis marcadores para diversas doenças, bem como para eventos cardiovasculares. Apesar do endotélio também possuir um papel-chave na hemostasia, poucos avaliaram as células endoteliais circulantes na TVP. O uso de anticoagulantes orais durante essa avaliação também é uma crítica aos estudos previamente realizados na área. Sendo assim, o objetivo deste trabalho será avaliar a atividade proliferativa e de interface com a hemostasia das CEFCs em pacientes com TVP espontânea e provocada, comparados a indivíduos saudáveis. Como metodologia, serão (1) identificadas e caracterizadas as CEPs e CEFCs por citometria de fluxo. Após isso, serão realizados (2) testes de atividade proliferativa endotelial com a incubadora IncuCyte®; (3) dosagens de radicais livres e óxido nítrico; (5) avaliação do perfil pró inflamatório, angiogênico e de coagulação dessas células; (6) avaliação da interação intercelular entre as CEFCs e as plaquetas através de um ensaio de co-cultura em 3D por bioprinting e (7) identificação dos componentes liberados, bem como de moléculas de adesão. (AU) | |
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