| Processo: | 18/23364-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Jean Paul Walter Metzger |
| Beneficiário: | Paula Ribeiro Prist |
| Supervisor: | Jonathan Rhodes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Queensland, Brisbane (UQ), Austrália |
| Vinculado à bolsa: | 17/11666-0 - Febre amarela: risco de transmissão em função de alterações do clima e da paisagem, BP.PD |
| Assunto(s): | Destruição de habitat Fragmentação de habitat Conectividade (ecologia) Epidemiologia Liberação de vírus Febre amarela Saúde pública |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dispersão de doenças | dispersão de virus | Estrutura da paisagem | Febre amarela | Fragmentação | perda de habitat | Epidemiologia da paisagem |
Resumo A febre amarela é uma febre hemorrágica que afeta cerca de 200.000 pessoas anualmente nas regiões endêmicas. É transmitido em seu ciclo selvagem através da picada dos mosquitos Haemagogus spps e Sabethes spp. infectados, que são arborícolas e abundantes em paisagens fragmentadas e degradadas. A conectividade entre os habitats é importante para uma ampla gama de processos ecológicos, incluindo a transmissão de doenças, uma vez que descreve o grau em que a configuração espacial de um ambiente facilita ou impede o fluxo de vetores. No entanto, nossa compreensão de como a conectividade da paisagem modula a dispersão do vírus da febre amarela permanece limitada. Para compreender esses efeitos, os primatas não humanos constituem um elemento de estudo privilegiado, uma vez que são os principais hospedeiros do vírus e servem de alerta para os órgãos de saúde sobre a circulação do agente. Nesse estudo, usaremos a teoria dos circuitos para modelar o fluxo do vírus da febre amarela em 30 municípios do estado de São Paulo, Brasil. Na primeira etapa, criaremos uma superfície de custo que represente a permeabilidade da paisagem ao movimento do vírus da febre amarela. Para isso, utilizaremos como base o mapa de cobertura do uso da terra criado pela Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável, para o ano de 2013, e que tem seis classes: água, áreas urbanas, agrícolas, florestais, não-florestais e silvicultura. Em seguida, usaremos as coordenadas de cada evento epizoótico que ocorreu no estado de São Paulo entre 2016-2018 como nós e a teoria de circuitos para conectar esses pares de nós. A data de cada evento será usada para entender a temporalidade da dispersão do vírus. Com os valores de resistência gerados pelo programa Circuit Scape, calcularemos a rota mais permeável entre os diferentes nós, criando um mapa de conectividade. A avaliação das contribuições desses fatores para o risco da febre amarela pode permitir previsões de futuros surtos e é fundamental para o desenvolvimento de estratégias eficazes de saúde pública. (AU) | |
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