| Processo: | 19/19097-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Rui Curi |
| Beneficiário: | Maria Vitoria Martins Scervino |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiologia do exercício Hipertrofia Músculo esquelético Resposta inflamatória Diabetes mellitus tipo 1 Citocinas Regeneração muscular Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ablação sinergista | Células Satélites | citocinas | Reparo Muscular | Resposta inflamatória | sobrecarga funcional | Fisiologia do Exercício |
Resumo A sobrecarga no músculo esquelético desencadeia um processo inflamatório que modula o reparo e o remodelamento tecidual, promovendo hipertrofia. Pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) apresentam perda de força e massa musculares. Entretanto, quando submetidos à sobrecarga mecânica, o músculo esquelético de animais diabéticos sofre hipertrofia na mesma magnitude dos animais controle. A inflamação é uma etapa do processo de hipertrofia muscular. Por sua vez, a hiperglicemia está intimamente associada ao aumento da expressão de marcadores inflamatórios nas células e tecidos dos pacientes diabéticos. Dessa forma, o quadro diabético poderia, como consequência da inflamação instalada, facilitar a hipertrofia muscular. Em vista do exposto, avaliaremos a resposta inflamatória e os mecanismos de regeneração e remodelamento após sete dias de sobrecarga em músculos com predominância de fibras glicolíticas (Extensor Digital Longo - EDL) e oxidativas (sóleo), concomitantemente ao estabelecimento do estado diabético induzido por estreptozotocina, em ratos. Serão determinadas: expressão gênica e proteica de citocinas pró e anti-inflamatórias, presença de infiltrados leucocitários no tecido muscular, o padrão de ativação de células satélites, a abundância de fibras colágenas dos tipos I e II e a expressão de fatores de crescimento. A hipótese a ser testada é de que o grau de inflamação pré-existente no músculo esquelético pode favorecer a hipertrofia muscular no quadro diabético. (AU) | |
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