| Processo: | 19/27348-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunoquímica |
| Pesquisador responsável: | Denise Vilarinho Tambourgi |
| Beneficiário: | Dayanne Carla Fernandes |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07467-1 - CeTICS - Centro de Toxinas, Imuno-Resposta e Sinalização Celular, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Inflamação Envenenamento Sistema do complemento Mecanismos moleculares Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | envenenamento | Inflamação | Inibidores de complemento | mecanismos moleculares | modelos animais | sistema complemento | inflamação |
Resumo O sistema de complemento, uma das primeiras linhas de defesa da imunidade inata, é um mecanismo importante pelo qual o corpo reconhece substâncias estranhas e patógenos. Este sistema consiste em mais de 40 proteínas, entre elas reguladores e receptores ligados à membrana e proteínas plasmáticas que interagem com várias células e mediadores do sistema imunológico. Essas interações variam de acordo com o contexto fisiopatológico e ocorrem em diferentes estágios da reação imune. A desregulação da ativação do complemento geralmente resulta em inflamação aguda ou crônica e pode contribuir para o desenvolvimento de várias doenças. Os venenos de animais peçonhentos contêm uma infinidade de moléculas tóxicas, incluindo muitas enzimas proteolíticas. Essas enzimas proteolíticas têm uma série de funções na patologia causada pelo envenenamento e algumas podem ajudar a imobilizar e/ou matar a presa. Na natureza, uma grande variedade de venenos e secreções de animais interage com o sistema de complemento, cuja ativação pode contribuir para a disseminação do veneno e a resposta inflamatória. Até o momento, estratégias terapêuticas para tratamento de acidentes por animais peçonhentos nem sempre confiáveis incluem antiveneno, corticosteróides, vasopressores, infusão de plaquetas, catecolaminas, oxigenação hiperbárica, etc. Uma caracterização profunda da ação dos venenos na ativação do sistema complemento, bem como o uso de inibidores de Complemento em modelos experimentais de envenenamento pode lançar luz sobre terapias potencialmente específicas direcionadas a essa via. Assim, o objetivo deste projeto é investigar o possível uso terapêutico de inibidores de complemento para prevenir ou reduzir patologias locais/sistêmicas dos venenos. (AU) | |
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