| Processo: | 20/11268-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Rafael Stuani Floriano |
| Beneficiário: | Pamella Godinho Gutierres |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 21/14375-2 - Ação de varespladib (Ly-315920), um inibidor de fosfolipase A2, sobre as atividades enzimática, coagulante e hemorrágica do veneno de Lachesis muta rhombeata (Surucucu Sul-Americana), PUB.ART |
| Assunto(s): | Envenenamento Neutralização Lachesis muta Surucucu Estratégias terapêuticas Experimentação animal Histopatologia In vivo Técnicas in vitro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ação hemorrágica | Ação proteolítica | Antiveneno | Lachesis muta rhombeata | Ly315920 | neutralização | Toxinologia (peçonhas e toxinas animais) |
Resumo Envenenamentos por Lachesis são caracterizados por manifestações clínicas como mionecrose local e sistêmica, insuficiência renal, hemorragia, coagulopatia e hipotensão. O tratamento do envenenamento laquético está condicionado à soroterapia e existem poucos registros acerca do uso de outras estratégias terapêuticas. Estudos recentes têm mostrado que varespladib (LY315920), um inibidor de fosfolipase A2 (PLA2), pode ser empregado como um potencial agente coadjuvante à soroterapia em envenenamentos por viperídeos e elapídeos. Neste projeto, propomos avaliar a ação protetora de varespladib, associado ou não ao soro polivalente anti-Bothrops/Lachesis, sobre a ação hemorrágica e proteolítica do veneno de Lachesis muta rhombeata (Surucucu Sul-Americana) em modelos de experimentação animal in vitro e in vivo. Para os protocolos in vitro, a ação inibitória de varespladib, associado ou não ao antiveneno, sobre a ação enzimática (PLA2 e proteases) do veneno de L. m. rhombeata será avaliada por espectrofotometria, incluindo a ação destes agentes sobre o tempo de coagulação para protrombina, trombina e tromboplastina parcial ativada em plasma citratado de rato usando kits para coagulometria. Para os protocolos in vivo, a ação inibitória de ambos os agentes sobre o efeito hemorrágico do veneno de L. m. rhombeata será avaliada por indução de halo hemorrágico subcutâneo em ratos. Em adição, a miotoxicidade local e sistêmica será avaliada em ratos divididos em seis grupos experimentais: (1) controle 'salina', (2) veneno, (3) varespladib , (4) veneno + varespladib, (5) veneno + antiveneno e (6) veneno + varespladib + antiveneno; os animais serão monitorados (temperatura retal, ambulação, ocorrência de hemorragia e formação de edema) nos tempos T0, T30, T60, T90 e T120, seguido por eutanásia para colheita de amostras de sangue destinadas para a análise de liberação de creatina quinase (CK) plasmática, incluindo amostras do músculo gastrocnêmio contralateral para a análise histopatológica. Os resultados deste estudo contribuirão para o entendimento da ação terapêutica de varespladib sobre os efeitos induzidos pelo envenenamento laquético. | |
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