| Processo: | 21/10344-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 10 de dezembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Gisele Picolo |
| Beneficiário: | Tamires Cunha Almeida |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07467-1 - CeTICS - Centro de Toxinas, Imuno-Resposta e Sinalização Celular, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Toxinas Crotoxina Peptídeos Antineoplásicos Encefalomielite autoimune experimental Esclerose múltipla Melanoma Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | busca compostos terapeuticos | Crotoxina | Efeito Antitumoral | Efeito imunomodulador | Pesquisa em Toxinas |
Resumo A crotoxina (CTX) é uma neurotoxina isolada a partir do veneno da serpente Crotalus durissus terrificus que apresenta efeitos anti-inflamatorio, imunomodulatorio e antitumoral marcantes. Neste sentido, estudos de nosso grupo e da literatura demonstraram que a CTX exerce efeito antitumoral notável em diversos tipos de tumor, dentre eles, no melanoma cutâneo, uma doença sem cura. De outra parte, estudo de nosso grupo de pesquisa demonstrou que a CTX é capaz de alterar o curso de desenvolvimento e a intensidade da doença em modelo de Encefalomielite Autoimune Experimental (EAE), um modelo animal de Esclerose Múltipla (EM), uma doença neurodegenerativa, sem cura, que afeta milhares de pessoas e que representa grande problema pessoal e socioeconômico. Vale ressaltar que as drogas atualmente disponíveis para tratamento tanto do melanoma cutâneo quanto da EM apresentam pouca eficácia e muitos efeitos adversos, fazendo-se necessária a busca por novas moléculas mais eficientes e isentas de efeitos colaterais. Apesar das ações intrigantes da CTX em células de melanoma e em modelo de EAE, seu uso é limitado pela sua toxicidade, e segue desconhecido o fragmento da toxina responsável por estes efeitos. Neste sentido, sabe-se que a CTX é um produto natural e não patenteável no Brasil, cuja estrutura complexa inviabiliza sua síntese ou obtenção recombinante, assim se faz essencial identificar a porção da toxina responsável por estes efeitos. Estudos iniciais de nosso grupo demonstraram que a crotoxina, tanto em sua forma nativa quanto destoxificada, apresenta efeito antitumoral em linhagem celular de melanoma humano SK-MEL-28. Desta forma, este estudo tem por objetivo avaliar a atividade antitumoral e imunomodulatória destes compostos em modelo de melanoma cutâneo e de Encefalomielite Autoimune Experimental (EAE) através de ensaios in vitro e in vivo, bem como identificar possíveis fragmentos responsáveis por estes efeitos, de forma a contribuir para o entendimento das ações desencadeadas pela CTX e evidenciar novos agentes terapêuticos para o tratamento do Melanoma Cutâneo e da Esclerose Múltipla. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |