| Grant number: | 22/13458-4 |
| Support Opportunities: | Scholarships in Brazil - Innovative Research in Small Business - PIPE |
| Start date: | November 01, 2022 |
| End date: | February 07, 2024 |
| Field of knowledge: | Health Sciences - Collective Health |
| Principal Investigator: | Bruna Cavecci Mendonça |
| Grantee: | Bruna Cavecci Mendonça |
| Company: | Paulo Daniel Leite Pesquisa e Desenvolvimento |
| CNAE: |
Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais Atividades de atendimento hospitalar Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica |
| Associated research grant: | 22/02869-3 - Development of an unprecedented diagnosis kit for the harmfulness of the accident caused by bees (Apis mellifera), AP.PIPE |
Abstract Nas últimas décadas, a expansão das abelhas africanizadas (Apis mellifera) no Brasil e em toda a América fez com que as autoridades de saúde pública incluíssem o acidente apílico como objeto de vigilância sanitária. Desde o advento da hibridização e o surgimento das abelhas africanizadas no território brasileiro em 1957, as notificações de severos acidentes por abelha têm sido registradas por todo continente americano. Além dos processos alérgicos, que variam desde leves a graves, as múltiplas ferroadas estão associadas em geral a quadros de envenenamentos graves. O crescente número de casos clínicos e consequentemente de óbitos despertou a necessidade de se dispor de um tratamento eficaz e alternativas diagnósticas. O tratamento utilizado atualmente se baseia em reduzir a sintomatologia com anti-histamínicos, adrenalina e glicocorticóides; por outro lado, há um antiveneno em fase de teste clínico, o soro antiapílico, produzido pelos pesquisadores do Centro de Estudo de Venenos e Animais Peçonhentos (CEVAP/UNESP) e do Instituto Vital Brazil (IVB). Porém, existe ainda um desafio a ser trabalhado no âmbito de diagnosticar o agravo do acidente por múltiplas ferroadas de abelhas: qual a quantidade de veneno circulante no organismo da vítima? Qual a gravidade do acidente? Como monitorar a metabolização e redução do veneno presente no organismo do acidentado? Atualmente, o procedimento de contagem dos ferrões presentes no corpo da vítima juntamente com as observações das manifestações clínicas e bioquímicos do envenenamento pela equipe médica, são as únicas fontes de informação para avaliar o grau de envenenamento. Porém, além deste processo ser demorado, sabe-se que a quantidade injetada de veneno por cada abelha pode ser diferente e algumas ferroadas podem ser "vazias" - sem a introdução de veneno. Além de os parâmetros clínicos e bioquímicos não serem suficientes para predizer qual será a evolução do paciente. Diante deste desafio, esta proposta de pesquisa e desenvolvimento PIPE FAPESP FASE II consiste em dar continuidade na elaboração de um kit de diagnóstico inédito que classifique a gravidade do acidente com a finalidade de auxiliar a conduta médica, evitando assim o tratamento inadequado, redução do tempo de internação/ocupação de leitos de UTI e Enfermaria e, consequentemente, redução de possíveis sequelas e óbitos. Ao final desta proposta, espera-se que os resultados obtidos forneçam dados técnicos-científicos no que se refere a limiares de sensibilidade e especificidade do kit proposto e promovam o desenvolvimento de um dispositivo eficaz e eficiente para indicar a quantidade de veneno presente no organismo do acidentado. Este dispositivo diagnóstico é inédito no mercado mundial, de baixo custo e de fácil uso por analistas dos laboratórios clínicos que dão suporte às unidades de saúde. Tendo em vista que a tecnologia que será desenvolvida poderá ser transferida internacionalmente esta proposta tem um impacto positivo financeiramente frente aos dados de notificações de acidentes por abelha no continente americano anualmente. (AU) | |
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