| Processo: | 12/12954-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 17 de julho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Eliane Candiani Arantes Braga |
| Beneficiário: | Manuela Berto Pucca |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/21329-0 - Caracterização eletrofisiológica das toxinas provenientes da peçonha de Tityus serrulatus Ts3, Ts4, Ts6, Ts8, Ts15 e Ts venom peptide 7: busca de novas drogas terapêuticas., BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Doenças autoimunes Tityus serrulatus Linfócitos T Toxinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Canais para potássio | Doenças autoimunes | Linfócitos T | Tityus serrulatus | Toxinas | Toxinas escorpiônicas |
Resumo O subtipo de canal para potássio Kv1.3 tem se destacado nas pesquisas científicas, uma vez que pode ser utilizado como alvo para a indução de supressão de células T desde 1984. O mecanismo pelo qual os canais Kv 1.3 desencadeiam imunossupressão está diretamente relacionado com a sinalização intracelular de cálcio. Deste modo, na ausência de influxo de Ca2+ suficiente, a ativação de linfócitos T, proliferação e funções efetoras são completamente comprometidas. Diante disto, diversas doenças relacionadas com uma resposta descontrolada de células T poderiam ser tratadas bloqueando canais Kv 1.3 e, conseqüentemente, o influxo de Ca+2 intracelular. Atualmente, várias toxinas animais específicas para Kv 1.3 já demonstram efeito imunossupressor para diversas doenças ocasionadas por células T como hipersensibilidade tardia, artrite, esclerose múltipla, dermatite de contato, diabetes tipo I, II e obesidade. As toxinas Ts6 e Ts15 provenientes da peçonha do escorpião Tityus serrulatus (Ts) já foram caracterizadas eletrofisiologicamente e demonstraram ser específicas para os canais Kv 1.2 e Kv 1.3, apresentando IC50 em concentrações nanomolares. Baseado nestes resultados, Ts6 e Ts15 podem ser consideradas toxinas promissoras para serem utilizadas em tratamentos de doenças desencadeadas por uma resposta indesejável de células T. No entanto, até o momento, estas toxinas ainda não foram avaliadas em testes funcionais para comprovar suas possíveis ações terapêuticas. Neste contexto, o presente projeto irá purificar ambas as toxinas, Ts6 e Ts15, e avaliá-las em ensaios funcionais in vitro e in vivo de imunossupressão de células T, em especial utilizando o modelo animal de esclerose múltipla. | |
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