| Processo: | 12/13590-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Eliane Candiani Arantes Braga |
| Beneficiário: | Felipe Augusto Cerni |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 13/21342-7 - Caracterização eletrofisiológica da Ts19 fragmento II, uma nova toxina purificada da peçonha de Tityus serrulatus, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Canais iônicos Tityus serrulatus Venenos de origem animal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | canais iônicos | Canais para potássio | Neurooxinas escorpiônicas | Peçonha | Tityus serrulatus | Toxinologia |
Resumo Tityus serrulatus é considerado o escorpião mais perigoso do Brasil, sendo o responsável pela maioria dos casos graves de envenenamento escorpiônico. A peçonha do T. serrulatus apresenta em sua composição: nucleotídeos, muco insolúvel, mucopolissacarídeos, oligopeptídeos, moléculas de baixa massa molar, inibidores de proteases, liberadores de histamina, aminoácidos e outros componentes orgânicos, além de inúmeras proteínas de baixa massa molar com atividade neurotóxica, de grande importância para a compreensão do funcionamento de canais iônicos e de fenômenos neuroexcitáveis. Suas toxinas têm sido extensivamente estudadas e muitas delas já foram isoladas e caracterizadas. Porém, estima-se por dados de espectrometria de massas (dados não publicados do grupo) que o número de toxinas ainda não descritas seja bem maior que as já caracterizadas. Recentemente, estudo desenvolvido pelo grupo encontrou evidências de uma nova toxina presente na fração VIB da peçonha de Tityus serrulatus. Diante disso, este trabalho visa isolar e caracterizar estrutural (sequencia em aminoácidos) e funcionalmente esta nova toxina. Para a caracterização funcional serão realizados ensaios eletrofisiólogicos da nova toxina em canais para sódio e/ou potássio dependentes de voltagem, clonados e expressos em oócitos; ensaios imunológicos de liberação de citocinas in vitro; e ensaios bioquímicos através de dosagens de glicose, AST, ALT, CK, ureia e creatinina plasmática in vivo. O estudo de toxinas da peçonha de escorpião tem se mostrado relevante por fornecer a base molecular envolvida no mecanismo de toxicidade das mesmas e por identificar moléculas com potencial aplicação como fármacos ou como ferramentas para estudos de diferentes sistemas biológicos. | |
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