| Processo: | 12/13041-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Sonia Maria Oliani |
| Beneficiário: | Kallyne Kioko Oliveira Mimura |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Transplante heterólogo Anexina A1 Inflamação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anexina A1 | Inflamação | matriz acelular | Transplante heterólogo | Imunomorfologia |
Resumo A perda de pele e anexos, seja por feridas não cicatrizantes ou provenientes de complicações pós-cirúrgicas, excisão de hérnias complicadas, câncer ou queimaduras graves, tem criado uma grande expectativa por novas tecnologias na área de engenharia de tecidos. Os avanços nessa área têm levado ao desenvolvimento de vários produtos (sintéticos e biológicos) para serem usados nos transplantes, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do paciente por meio da restauração e manutenção dos tecidos ou, a função dos tecidos e órgãos transplantados. Designados como substitutos de pele, os equivalentes da epiderme e derme têm sido investigados e usados clinicamente há alguns anos. Contudo, materiais biológicos acelulares, que sejam imunologicamente compatíveis e se adequem ao reparo de peles, tanto como preenchimento (derme) ou suporte e proteção (epiderme), precisam ser criteriosamente implementados. Desse modo, o nosso objetivo será padronizar uma técnica economicamente viável de descelularização de pele, desenvolver as matrizes acelulares (scaffolds) e, caracterizá-las do ponto de vista bioquímico, biomecânico e estrutural. Para avaliar a biocompatibilidade dos scaffolds faremos um primeiro deliniamento experimental com a implantação subcutânea dos scaffolds em ratos. Em outro experimento, realizaremos o transplante dos scaffolds, utilizando ou não tratamentos com a proteína anexina A1 (AnxA1) e o imunossupressor ciclosporina. Avaliaremos ainda os seguintes aspectos: a biocompatibilidade dos implantes/transplantes ao tecido hospedeiro (processo de cicatrização, integração do implante ao hospedeiro, densidade celular, presença de mastócitos e mineralização do implante subcutâneo); a expressão da proteína AnxA1 em leucócitos localizados nos heteroenxertos; o processo de apoptose e neovascularização por meio respectivamente das expressões de AnxA5 e fator Von Willebrand; o potencial regenerativo e imunogênico dos scaffolds nas diferentes condições experimentais por meio do padrão fenotípico macrofágico M1/M2; a expressão gênica dos fatores de crescimento FGF e TGF; a quantidade dos leucócitos circulantes no sangue periférico; e, a dosagem de citocinas pró-inflamatórias por meio de análises bioquímicas. A AnxA1 será avaliada como um potencial recurso terapêutico para reduzir o processo inflamatório e melhorar o processo regenerativo e cicatricial do heteroenxerto, possivelmente com menos efeitos colaterais comparado a terapia tradicional. | |
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