| Processo: | 10/19802-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Sandra Helena Poliselli Farsky |
| Beneficiário: | Carine Cristiane Drewes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Toxicidade Toxicologia experimental Nanocápsulas Melanoma Microscopia intravital |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acetileugenol | Células B16F10 e SK-Mel-28 | melanoma | Microscopia intravital | Nanocapsulas | Toxicidade | Toxicologia experimental |
Resumo A nanotecnologia tem atraído interesse em diferentes áreas, entre as quais a farmacêutica. Dentre os diversos produtos nanotecnológicos disponíveis, os sistemas nanoparticulados ganham destaque por proporcionar vetorização de forma sustentada e por atuar como carreadores de fármacos, aumentando a eficácia terapêutica. Estas características são fundamentais para o tratamento de inúmeras doenças, entre as quais as neoplasias. Apesar das inúmeras vantagens dos nanofármacos antineoplásicos, os parâmetros farmacológicos e toxicológicos desta estratégia terapêutica precisam ser melhor entendidos. Neste contexto, o presente estudo visa avaliar a atividade anti-carcinogênica e os possíveis efeitos tóxicos de nanocápsulas de eugenol e da solução de eugenol. Para tanto, os ensaios in vivo serão realizados em camundongos machos C57BL6 que receberão, por via endovenosa ou intraperitoneal, nanocápsulas de eugenol marcadas ou não com fluoróforo (Rodamina B) ou a solução de eugenol. Após as administrações serão avaliados, por ensaios de microscopia intravital, a distribuição das nanocápsulas na microcirculação da massa tumoral de melanoma (B16F10) no tecido subcutâneo dorsal e no tecido hepático, a interação leucócito-endotélio, a formação de trombos e de áreas hemorrágicas na área que circunda o tumor e em vasos da microcirculação hepática, a eficácia terapêutica pela mensuração da cinética de formação da massa tumoral no tecido subcutâneo dorsal e a morfologia do fígado a da região tumoral no dorso de camundongos por coloração com hematoxilina e eosina. Adicionalmente, linhagens celulares Sk-Mel-28 e HUVEC, de melanoma e endotélio humano, respectivamente, serão tratadas in vitro com as preparações farmacêuticas para avaliar a viabilidade, a proliferação e o ciclo celular, além da fragmentação do DNA por ensaios de citometria de fluxo, a aderência celular por espectrofotometria e a migração celular em Matrigel® por microscopia óptica. A realização desses ensaios poderá determinar um conjunto de estratégias in vitro e in vivo para avaliação da atividade terapêutica e tóxica de nanocápsulas voltadas à vetorização de fármacos anti-neoplásicos, além de contribuir para os conhecimentos de possíveis ações tóxicas do eugenol na rede microcirculatória. Adicionalmente, a realização deste projeto favorecerá o estabelecimento de protocolos de estudos em microscopia intravital para o estudo em nanotecnologia, ainda inéditos no Brasil, além de reforçar a colaboração com os grupos das Dras Silvia Gutérres e Adriana Polhmann da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, especialistas na produção de nancompostos para aplicação farmacêutica. | |
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