| Processo: | 16/05448-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Rosiane Lopes da Cunha |
| Beneficiário: | Rosiane Lopes da Cunha |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Ana Carla Kawazoe Sato ; António Augusto Vicente ; Cristiane Conte Paim de Andrade ; Luiz Henrique Fasolin |
| Assunto(s): | Tribologia Espessantes Deglutição Índice glicêmico Transtornos de deglutição Reologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Deglutição | disfagia | Espessantes | Índice glicêmico | Reologia | Tribologia | Reologia |
Resumo
A deglutição em pacientes disfágicos é feita de forma desordenada, podendo resultar na aspiração de alimentos líquidos e conduzir à desidratação, desnutrição, asfixia e até mesmo à morte. Esta condição pode ser aliviada pela utilização de espessantes que modificam as propriedades reológicas destes alimentos líquidos para facilitar sua ingestão. Apesar de ser comumente utilizada como estratégia paliativa para contornar as consequências da disfagia, a eficácia da modificação da viscosidade da dieta não é completamente compreendida. Essa dificuldade deve-se à complexidade mecânica do processo de deglutição que envolve forças cisalhantes e extensionais, além da forte influência da taxa de deformação do processo (velocidade de consumo). A chave para uma deglutição segura é a coordenação entre os atributos reológicos do bolo alimentar, as forças mecânicas aplicadas pela musculatura orofaríngea e as atividades biomecânicas utilizadas para proteger as vias aéreas. É justamente a relação entre todos esses fatores que não foi ainda estabelecida, impondo fortes limitações ao desenvolvimento de formulações de espessantes mais adequadas. Além disso, as formulações de espessantes atualmente comercializadas apresentam elevado custo, indicações de preparo genéricas sem levar em consideração as propriedades físico-químicas do alimento a ser espessado, frequente rejeição por parte do paciente causada pela modificação da textura além do aumento do índice glicêmico nas formulações a base de amido. A alternativa comercial para reduzir a rejeição sensorial por parte do disfágico é a incorporação de xantana nessas formulações. Por outro lado, espessantes não convencionais, como a mucilagem de linhaça, apresentam propriedades funcionais interessantes. Pois pode ser usada no tratamento da obstipação intestinal que é bastante comum em pacientes disfágicos. Dessa forma, o objetivo geral desta proposta é avaliar formulações com espessantes baseados em goma de linhaça, xantana e amido com foco no comportamento reológico e tribológico quando adicionados em distintas matrizes alimentares líquidas sob diferentes condições de preparo e consumo. Esses espessantes serão ainda avaliados quanto à sua digestibilidade in vitro e índice glicêmico. Os resultados obtidos poderão contribuir não somente com o desenvolvimento de espessantes com maior aceitação e funcionalidade, mas também com a compreensão de que propriedades reológicas/tribológicas melhor correlacionam com a percepção sensorial dos pacientes disfágicos. (AU)
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COMPOSIÇÃO DE ORGANOGÉIS/OLEOGÉIS BASEADOS EM COMBINAÇÕES DE CERAS E ÓLEOS VEGETAIS BR 10 2019 027238 4 - Universidade Estadual de Campinas Unicamp . Rosiane Lopes Da Cunha; Paula Kiyomi Okuro; Noadia Genuario Barroso - 01 de janeiro de 2019
COMPOSIÇÃO DE ESPESSANTES ALIMENTARES BR 10 2020 012945 7 - Universidade Estadual de Campinas Unicamp . Jorge Miguel Magalhães Vieira; Rosiane Lopes Da Cunha - 01 de janeiro de 2020