| Processo: | 16/14420-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Nutrição |
| Pesquisador responsável: | Luís Fernando Barbisan |
| Beneficiário: | Luís Fernando Barbisan |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Bruno Cogliati ; Fernando Salvador Moreno |
| Assunto(s): | Ácido clorogênico MicroRNAs Transformação celular neoplásica Fibrose hepática Cafeína |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ácido clorogênico | Cafeína | fibrose hepática | Hepatocarcinogênese | miRNA | trigonelina | Quimioprevenção e produtos naturais |
Resumo
Recentes evidências demonstraram que os processos de fibrogênese e carcinogênese hepáticas estão relacionados com expressão alterada de diversos miRNAs. Por outro lado, estudos indicam que o consumo de café está relacionado com risco 40% menor de desenvolver fibrose ou câncer hepático, enquanto o consumo de café descafeinado não apresenta este efeito. Assim, a proposta tem como objetivo avaliar se a ingestão/exposição à cafeína, isoladamente ou associada com outros compostos abundantes no café, como trigonelina e/ou ao ácido clorogênico (ACG): (A) atenua a hepatocarcinogênese associada à fibrose (HAF) in vivo; (B) atenua a fibrose in vitro; (C) altera o perfil de expressão global de miRNAs e a expressão de genes-alvo dos miRNAs diferencialmente expressos no fígado. Para tanto, camundongos C3H/He machos serão submetidos ao modelo de HAF induzido pela dietilnitrosamina e pelo tetracloreto de carbono. Além disso, será utilizado um modelo de fibrose in vitro pelo co-cultivo 3D de hepatócitos tumorais (C3A) e células estreladas (LX-2) humanas tratadas com LPS. Os animais e as células serão expostos à cafeína isoladamente ou em associação à trigonelina e/ou ao ACG. Amostras do co-cultivo serão destinadas à dosagem de colágeno I, contagem de células, dosagem de citocinas (IL-6, TNF-±, TGF²-1, IL-17A e IL-23) e expressão de genes pró/anti-fibrogênicos (colágeno ±1(I), ±-SMA, TGF²-1, MMP-2, MMP-9, MMP-13 e TIMP-1). Amostras hepáticas dos animais serão utilizadas para análise histopatológica (HE), determinação do conteúdo de colágeno (Sirius Red), reação de imunoistoquímica (Ki-67, caspase-3 clivada, citoqueratina 8/18, F4/80, desmina e ±-SMA) e expressão global de miRNAs. Após identificação dos miRNAs diferencialmente expressos, será realizada predição bioinformática de genes alvos dos microRNAs, os quais terão sua expressão de mRNA avaliada por qPCR. Efeitos aditivos ou sinérgicos das substâncias presentes no café são esperados e podem representar novas ferramentas terapêuticas na hepatocarcinogênese associada às doenças crônicas. (AU)
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