| Processo: | 18/08735-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Samuel Katsuyuki Shinjo |
| Beneficiário: | Alexandre Moura dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Arterite de Takayasu Doenças reumáticas Exercício físico Reumatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arterite de Takayasu | Doenças reumáticas | exercício físico | Vasculite sistêmica idiopática | Reumatologia |
Resumo A arterite de Takayasu (AT) é uma vasculite sistêmica primária que afeta grandes vasos e seus principais ramos. Acomete principalmente mulheres jovens. A inflamação dos vasos sanguíneos leva, em última análise, a estenoses, oclusões, ectasias e/ou aneurismas e, consequentemente, a diferença de pulsos entre os membros, além de quadro de claudicações vasculares.A capacidade aeróbia (CA) é a medida referente à absorção, transporte e utilização de oxigênio pelo organismo, caracterizando-se a capacidade de realização de trabalho do indivíduo. Trata-se também de uma ferramenta que pode predizer doenças cardiovasculares.O nosso grupo foi pioneiro em demostrar que a CA se encontra diminuída em uma amostra pequena e homogênea de mulheres jovens com a AT em remissão. Adicionalmente, foi mostrada a segurança e a eficácia de exercícios aeróbios nessa amostragem de pacientes, assim como a influência dessas sessões no comportamento de citocinas séricas pró-inflamatórias e angiogênicas. Entretanto, devido a uma casuística pequena e homogênea, não foi possível realizar correlações entre a CA, com os parâmetros clínicos, laboratoriais e, sobretudo, com a presença, a localização e a extensão de danos vasculares, os quais são frequentemente encontrados nos pacientes com a AT.Além disso, até o momento a literatura não apresenta estudos que avaliaram a segurança, e o impacto de uma sessão de exercício de força na AT. No entanto, sessão de exercício de força mostra benefícios à saúde de pacientes com doenças cardiovasculares e na doença arterial periférica.Portanto, o objetivo do presente estudo é avaliar em uma amostragem representativa de ambos os sexos, e com a doença em diferentes estágios de atividade: a) a CA; b) o impacto e a segurança de sessão de exercício de força; c) a correlação entre CA, assim como de sessão de exercício de força, com os parâmetros demográficos, clínicos, terapêuticos, comorbidades, além da presença, localização e grau de danos vasculares; d) o comportamento de citocinas séricas (pró-inflamatórias e angiogênicas/anti-angiogênicas). | |
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