| Processo: | 16/23574-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Samuel Katsuyuki Shinjo |
| Beneficiário: | Rafael Giovani Misse |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Polimiosite Dermatomiosite Reumatologia Debilidade muscular Doenças cardiovasculares Síndrome metabólica Treinamento físico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dermatomiosite | doenças cardiovasculares | exercícios físicos | polimiosite | Síndrome Metabólica | Reumatologia |
Resumo A dermatomiosite (DM) e polimiosite (PM) são doenças autoimunes sistêmicas raras caracterizadas por fraqueza muscular progressiva e predominantemente proximal dos membros. Além disto, podem cursar com acometimento cutâneo (DM), cardiorrespiratório e do trato gastrintestinal. A síndrome metabólica (SM) é um grupo de doenças caracterizadas por alteração da glicemia de jejum, obesidade central, dislipidemia e hipertensão arterial sistêmica. Pacientes com DM/PM apresentam uma significativa prevalência de SM e diabetes mellitus e, consequentemente, elevado risco para doenças cardiovasculares (DCV). Essas doenças, por sua vez, estão intimamente relacionadas com a aterosclerose, disfunção endotelial e diminuição da distensibilidade arterial (medida por velocidade de onda de fluxo - VOP). De fato, segundo a literatura, pacientes com DM/PM apresentam um prejuízo na função endotelial e elevada rigidez arterial. O treinamento físico tem sido uma importante ferramenta em melhorar as capacidades físicas, assim como a função endotelial e rigidez arterial de pacientes com doenças autoimunes sistêmicas. Entretanto, até o presente momento, não há estudos avaliando a função endotelial e distensibilidade arterial em pacientes com DM/PM submetidos a exercícios físicos crônicos, o que nos motivou a realizar o presente estudo.É possível que, a exemplo de doenças autoimunes sistêmicas, o treinamento físico melhore a capacidade física, a função endotelial e a rigidez arterial prejudicada de pacientes com DM/PM que, por sua vez, contribuiria para a diminuição dos fatores de risco para DCV nesses pacientes. (AU) | |
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