| Processo: | 21/08915-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Beatriz Simonsen Stolf |
| Beneficiário: | Beatriz Simonsen Stolf |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 23/11103-7 - LaLRR17 de Leishmania (L.) amazonensis aumenta a entrada do parasita no macrófago por um mecanismo dependente de GRP78, PUB.ART |
| Assunto(s): | Leishmaniose Leishmania mexicana Virulência Proteoma Fagocitose CRISPR-Cas9 |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | CRISPR-Cas9 | Enolase | fagocitose | Labcg1 | Proteoma | Virulência | Leishmania |
Resumo
A leishmaniose, complexo de doenças causadas por parasitos do gênero Leishmania, é endêmica em 98 países e tem incidência anual estimada em mais de 1 milhão de casos. A infecção sintomática pode apresentar formas clínicas cutânea, mucocutânea e visceral. No Brasil, três espécies dermotrópicas são predominantes, L. (V.) braziliensis, L. (L.) amazonensis e L. (V.) guyanensis. Durante seu ciclo de vida, o parasito se apresenta na forma promastigota, extracelular e transmitida pelo inseto vetor, e amastigota, intracelular no hospedeiro vertebrado. Leishmania expressa diversos fatores de virulência que influenciam em sua sobrevivência e infectividade. Mostramos que amastigotas das cepas PH8 e LV79 de L. (L.) amazonensis possuem diferenças na virulência em camundongos e no perfil proteico (proteoma). De forma semelhante, promastigotas da cepa PH8 têm maior adesão a macrófagos in vitro e maior internalização. A comparação dos proteomas de frações enriquecidas em membrana de promastigotas das cepas PH8 e LV79 mostrou diversas diferenças, e o perfil proteico foi capaz de discriminar parasitos das duas cepas. O presente projeto tem como objetivo validar as diferenças observadas nos proteomas e avaliar a importância funcional de algumas proteínas. Para isso, pretendemos gerar mutantes (knockout e/ou etiquetados) de enolase e LABCG1 por CRISPR-Cas9 e comparar a infectividade e fagocitose de parasitos mutantes com as das duas cepas selvagens. Pretendemos ainda avaliar a suscetibilidade de PH8 e LV79 a lise por complemento e a fármacos (no caso de ko para LABCG1), comparar seus LPGs e sua capacidade de colonização de flebotomíneos. (AU)
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