| Processo: | 19/24478-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Carlos Cesar Crestani |
| Beneficiário: | Carlos Cesar Crestani |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Assunto(s): | Neurofarmacologia Córtex cerebral Hormônio liberador de corticotrofina Resposta do sistema cardiovascular Estresse psicológico Ansiedade Ratos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ansiedade | Córtex Insular | estresse | fator de liberação de corticotrofina (CRF) | Ratos | resposta cardiovascular | Neurofarmacologia |
Resumo
O estresse é apontado como um fator importante envolvido na patogênese de diversas doenças. Apesar da relevância do tema, os mecanismos neurobiológicos relacionados com as alterações cardiovasculares e comportamentais induzidas pelo estresse ainda são pouco compreendidos. Nesse sentido, o córtex insular (do inglês, IC) tem sido implicado na integração e processamento de informações límbicas em humanos e animais. De fato, foi reportado o envolvimento do IC em respostas cardiovasculares e comportamentais ao estresse. Entretanto, uma possível organização rostro-caudal no controle das respostas ao estresse pelo IC nunca foi investigada. Esse é um aspecto relevante, visto que estudos em humanos e animais reportaram dissociação funcional ao longo do eixo rostro-caudal do IC no controle cardiovascular e de respostas sensitivas. Desse modo, uma primeira proposta do presente estudo é avaliar a topografia funcional do IC no controle das respostas cardiovasculares e ansiogênica ao estresse por restrição agudo. Outro aspecto relevante é que os mecanismos neuroquímicos envolvidos no controle das respostas ao estresse pelo IC foram pouco explorados. Nesse sentido, a neurotransmissão do fator de liberação de corticotrofina (do inglês, CRF) foi reportado ser um mecanismo importante no sistema nervoso central envolvido na etiologia das alterações comportamentais e nos ajustes fisiológicos observados durante a exposição a situações aversivas. Entretanto, os sítios encefálicos específicos onde a neurotransmissão CRF age para controlar as respostas ao estresse ainda são pouco compreendidos. Terminais contendo CRF, bem como o receptor CRF1, foram identificados no IC. Entretanto, um possível envolvimento desse mecanismo neuroquímico do IC no controle das respostas fisiológicas e comportamentais induzidas pelo estresse nunca foi investigado. Assim, uma segunda proposta do presente estudo é investigar a participação do CRF no IC, atuando através da ativação do receptor CRF1 local, no controle das respostas cardiovasculares e ansiogênica desencadeadas pelo estresse por restrição agudo em ratos. Por fim, foi também reportado que a exposição repetida a eventos aversivos altera a expressão do CRF e do receptor CRF1 em diversas estruturas límbicas. Entretanto, um possível efeito do estresse crônico na neurotransmissão CRFérgica no IC nunca foi investigado. Assim, uma última proposta do presente projeto é investigar se a exposição repetida ao estresse por restrição causa alterações na neurotransmissão CRFérgica no IC, e se essas alterações afetam o controle das respostas cardiovasculares e ansiogênica ao estresse por restrição por esse mecanismo neuroquímico no IC. (AU)
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