| Processo: | 12/14376-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Carlos Cesar Crestani |
| Beneficiário: | Carlos Cesar Crestani |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Assunto(s): | Estresse Testes de função cardíaca Sistema cardiovascular Ontogenia Caracteres sexuais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | estresse | função cardiovascular | Ratos | Psicofarmacologia |
Resumo
Estudos em humanos e animais têm fornecido evidências que correlacionam o estresse com a patogênese de diversas complicações cardiovasculares. Apesar da relevância do tema, os mecanismos envolvidos com os problemas cardiovasculares associados ao estresse ainda são pouco compreendidos. Tem sido proposto que as alterações comportamentais e fisiológicas desencadeadas pelo estresse dependem das características do estímulo aversivo utilizado (por exemplo: tipo, intensidade, duração e frequência). Entretanto, não existem estudos na literatura que tenham comparado o efeito de diferentes protocolos de estresse crônico sobre a função cardiovascular. Dessa forma, o objetivo geral da nossa proposta é comparar as consequências sobre a função cardiovascular de dois protocolos de estresse crônico amplamente utilizados na literatura: um protocolo de estresse imprevisível (estresse crônico variável) e um protocolo de estresse previsível (exposição repetida ao estresse por restrição). Outra proposta de nosso estudo é investigar a influência da ontogenia e do dimorfismo sexual nas consequências do estresse crônico sobre a função cardiovascular. Neste sentido, estudos clínicos e pré-clínicos tem apontado que adolescentes e indivíduos do sexo feminino são mais vulneráveis às consequências comportamentais e neuroendócrinas do estresse. No entanto, evidências sobre os efeitos da exposição repetida a estímulos aversivos sobre a função cardiovascular em fêmeas e em adolescentes são escassas. Dessa forma, o presente estudo tem os seguintes objetivos: 1) comparar, em ratos adultos, o efeito do estresse crônico variável e da exposição repetida ao estresse por restrição sobre a função cardiovascular; 2) comparar, em ratas adultas ovariectomizadas e falso operadas, o efeito do estresse crônico variável e da exposição repetida ao estresse por restrição sobre a função cardiovascular, além de investigar se as consequências do estresse nestes animais são diferentes daquelas observadas em animais machos adultos; e 3) comparar, em ratos adolescentes, o efeito do estresse crônico variável e da exposição repetida ao estresse por restrição sobre a função cardiovascular, além de investigar se as alterações induzidas pelo estresse são de longa duração e perduram até a fase adulta e se as alterações nesses animais são diferentes daquelas observadas em animais machos adultos. Para avaliação da função cardiovascular, nós investigaremos os efeitos do estresse crônico sobre os parâmetros basais de pressão arterial e frequência cardíaca, a atividade do barorreflexo, a reatividade vascular a agentes vasoativos e o balanço autonômico cardíaco. (AU)
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